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terça-feira, 2 de novembro de 2010

É MENTIRA TÉRTA?

Ricardo Martins

O bordão do Pantaleão, personagem consagrado de Chico Anysio, cabe bem na situação dos preços ao consumidor, embalagens, pesos, enfim, e a Térta responderia: SIM! É mentira!
Quando se transfere apenas para o Governo a responsabilidade sobre a inflação que cresce muito neste país, é mentira, pois o setor empresarial de um modo geral, a se destacar o setor industrial alimentício, em todos os seus segmentos, é um dos maiores vilões da dita economia estável. É mentira quando se diz que a economia está sob controle e estabilizada, pois diariamente os preços sofrem reajustes, que percentualmente falando não são pequenos, pelo contrário, são enormes, em sua proporção.
Além disso, existem ainda os chamados fatos que modificam e influenciam a ciranda de preços, que fatalmente estoura no bolso do consumidor: safra, entressafra, queda ou aumento do dólar, chuva ou estiagem, crise no exterior. Na real, tudo mentira, é certo que o tempo pode influenciar sim, apenas isso, o resto é conto da carochinha e opção do mercado, exporta mais ou menos, porque quer, enfim.
De verdade! O que determina o crescimento exagerado dos preços sem critérios ou nenhuma vergonha na cara é o caráter do empresário brasileiro! Este não possui nenhum escrúpulo quanto a aumentar preços, maquiar embalagens, alterar rótulos e pesos dos produtos, e mais ainda, seus preços. Qualquer situação é uma desculpa deslavada para que isso aconteça, e sob os olhos fechados convenientemente, de qualquer tipo de fiscalização.
Quem pode mudar isso? Apenas o consumidor, pois se depender de ação de fiscalização, de legislação ou de qualquer órgão governamental, pode esquecer. Apenas o cidadão pode mudar, mas como? DEIXANDO de consumir! Deixe de comprar carne neste período para ver se os preços não voltam a patamares inferiores, de meses atrás, onde já estava alto, porém mais baixos.
Se o consumidor agir assim pode mudar isso! Quanto aos vários tipos de “maquiagem” é denunciar, inclusive a Imprensa!
Se esperar por ação de governo, puxe uma cadeira confortável, sente e pague a conta, inclusive da cadeira!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010



Outros tempos, outra educação?
Ricardo Martins

Surpreendo-me a pensar nos meus tempos de menino e na educação recebida, lá no meu Rio de Janeiro, cidade reconhecida nacional e internacionalmente por seu glamour e forma pouco responsável de viver de seus cidadãos, que segundo seus irmãos brasileiros, eram pouco afetos ao trabalho e uns verdadeiros “boas vidas”.

Ledo engano! Porém isso é outra história e para outra oportunidade.

O que me faz retornar àqueles tempos e refletir é a educação familiar e escolar que recebíamos, vou mais longe,  à conseqüência dos bons e maus exemplos. Certamente havia mais disciplina em casa e na escola, nos envolvíamos com outros valores e a influencia de pessoas e personalidades eram muito mais contundentes,  expressivas e representativas que hoje ou que nos últimos tempos, e estou falando de 30/40 anos atrás, nada de diferenças seculares, apesar de estarmos fechando a primeira década do século 21.

Hoje qualquer um que obtém fama por minutos é considerado “celebridade’, neste artigo me refiro a personalidades mesmo, figuras que transcenderam em competência, ousadia, empreendedorismo, inventividade, pesquisas, estudos, atitude, postura, dignidade, sabedoria e sucesso, que é bem diferente de “fama”.
Minha geração recebeu todas as influencias de seres humanos consistentes, éticos, honestos, dignos, corajosos, sábios, mestres em suas atividades, tratava-se de empresários, filósofos, dramaturgos, pintores, músicos, enfim, gente de qualidade, robustez de caráter e formação educacional, profissional e artística, por exemplo, da melhor qualidade.

Estas gerações, além destas citadas influencias tinham como referencia outros exemplos positivos que nos incentivaram a ousar, desafiar, enfrentar e principalmente realizar, empreender ou construir.

Estes eram os bons exemplos externos, ai neste “rol” também se incluía pessoas simples, como um ótimo professor, um equilibrado disciplinador, orientadores pedagógicos, treinadores esportivos,  gente do povo, porém, que também se destacavam em suas atividades contribuindo para um desenvolvimento sadio da juventude. E olha que minha geração viveu intensamente sua infância e adolescência, contribuindo com sua “revolta” a mesmice com toda uma transformação universal, quer seja no aspecto cultural, das artes e posicionamento pessoal e profissional. Foram os famosos anos dourados, os anos 60 e 70.

Além disso, havia a educação familiar e escolar, ambas responsáveis pela formação do caráter e da personalidade das crianças, principalmente no reflexo da postura e atitude dos pais e dos professores e educadores, muitas vezes consideradas repressoras, mas que contribuíram e muito com o resultado da educação obtida, considerada até os dias de hoje das melhores. Basta para isso observar as pessoas que tem hoje entre 40 e 70 anos, são éticas, valorizam o respeito e o compartilhamento, educadas e com valores morais bem definidos e normalmente se caracterizam pela sua luta em preservar ou encontrar esta postura nas gerações mais novas, que infelizmente sofreram outras e desastrosas influencias.

Na minha época os bons exemplos eram muito mais consistentes, ser um juiz, um policial ou um médico ou advogado e até mesmo um político, por exemplo, era uma aspiração venerável. No mínimo as crianças e jovens gostariam de ser como seu pai,  sua mãe ou até como seus professores. Havia pobreza, mas havia também dignidade, educação e respeito.

Com o passar dos anos, novas técnicas e posturas foram adotadas em casa e nas escolas, na vida pessoal e profissional. Mudanças sociais e culturais propuseram uma “nova educação” (?), mais natural, espontânea e liberal. O fato das mulheres/mães buscarem sua realização profissional fora de casa, o divórcio, a proliferação das drogas e do tráfico, a televisão e suas propostas libertinas e exageradas, nivelando tudo por baixo, a busca incessante pelo dinheiro e poder, a corrupção desenfreada e a IMPUNIDADE repercutiram de forma negativa na “nova família e nova escola” e via de conseqüência no “novo jovem e adolescente” tornando-o uma pessoa, via de regra, egoísta, individualista, interesseira, irresponsável e insensível.

Desta forma foram surgindo os maus exemplos, que considero mais perniciosos que tudo, pois eles destroem sonhos e o caráter das pessoas.

Esta reflexão que me ocorre de quando em vez me diz que é necessário rever tudo: conceitos, orientações, atitudes e posturas, acrescentar um pouco mais de disciplina, rigor, humanização, civilidade, patriotismo, esclarecimento, informação e conhecimento, de forma clara e objetiva desde os bem jovens até os adolescentes de forma que isso possa novamente propor uma readequação na educação familiar e escolar.

Combater a impunidade, resgatar a ética e o brio do cidadão brasileiro são de fundamental importância para as soluções dos problemas do país e o resgate dos bons exemplos, conseqüentemente da melhor educação.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

O Grande Traíra!
Será que eu “esperava” demais?
Ricardo Martins

Tudo que eu gostaria, desejava, queria e acreditava como cidadão brasileiro e não como adepto ou partidário, era que o ex–metalúrgico, revolucionário, de fala dura e enfática, inteligente e tratável, habilidoso, líder natural e competente político ao se tornar Presidente da República trabalhasse e implantasse tudo aquilo que defendeu e lutou por cerca de 25/30 anos, nas mais variadas tribunas e palanques da vida.

Que fosse independente e competente, principalmente em unir as forças políticas em benefício do povo brasileiro e suas enormes necessidades e dificuldades.

Que combatesse a desigualdade social e financeira, remunerando a produção e o trabalho com renda digna e conseqüente.

Que montasse uma equipe de técnicos e gestores profissionais a fim de atacar os grandes problemas internos nacionais com eficiência e eficácia.

Que elevasse a nível internacional o nome do Brasil e sua representatividade e não o seu próprio nome, sempre despido de vaidades e interesses pessoais.

Que por estas suas ações e atitudes, motivo de seus discursos enquanto sindicalista postulante ao poder, o brasileiro resgatasse o orgulho e os valores patrióticos tão minimizados ao longo dos últimos tempos.
Que o cidadão voltasse a andar de cabeça erguida e ao falar sobre o seu país o fizesse com prazer e satisfação.

Que o Presidente do Povo, o ex–metalúrgico combatente e batalhador, banisse a corrupção, a conivência, o comprometimento letal com o crime organizado e implantasse a punição exemplar a todos aqueles merecedores da força e do poder da lei, principalmente os do “colarinho branco”.

Que ao exigir a revisão dos Códigos de Justiça resgatasse sua representatividade e novamente propusesse a igualdade de direitos a todos de forma que TODOS os benefícios, penas e sistemas prisionais fossem aplicados de forma coerente, indiscriminada, adequada e justa.

Que exigisse do Congresso Nacional interesse, seriedade, critérios e presteza ao formular as leis exemplificando com atitudes sérias e dignas aos congressistas em geral, e desta forma contribuir para o resgate seguro e concreto da democracia e suas instituições.

E finalizando, que este Líder Popular, de origem humilde, vindo do seio do povo, estimulasse com seus atos positivos o nascimento de outras lideranças que dessem continuidade a seus dignos passos.

E aconteceu exatamente o contrário! Será que eu queria muito? E a maioria dos brasileiros não pensava assim? Era utópico e impossível?

Não! Era perfeitamente possível, bastava para isso NÃO MUDAR e “Ele” definitivamente, mudou, preferiu rasgar a carteirinha de décadas de luta para tornar-se “emergente” estadista e capitalista, morar em um palácio com cerca de 38/40 serviçais, investir em sua mulher de forma a que esta viesse a se tornar uma “boneca de figuração” e não uma primeira dama com atribuições pelo menos com fins sociais, compor suas negociatas e conchavos com cerca de 40 ministérios e afins, viajar pelo Mundo a contar bravatas em inúmeros tours com comitivas gigantescas e finalmente, olhar-se ao espelho e ver diante de si um IMPERADOR.

O ex–Lula deu lugar a um “novo Lula” que nada tem a ver com aquele original, bravo e lutador, de outros tempos, que na real não era tão chegado ao trabalho, chegando até a cortar um dedo para receber o seguro, mas era uma “esperança do Povo”.

Este que aí está é uma pálida, muito pálida e envelhecida lembrança daquele outro que o povo conduziu à Presidência da República depositando toda a sua confiança, esperanças, ansiedades e necessidades. Aquele que tinha tudo para marcar seu nome como o mais respeitado e realizador Presidente da República do Brasil.

Que decepção!

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Triste Realidade! Dolorosa admissão!
Ricardo Martins

Como as pessoas mudaram nos últimos anos, não? Bom senso, por exemplo, não existe, educação, então? Nem respeito. Ninguém troca de lugar com o outro! Eu? Jamais? Nem na condução pública e coletiva, no menor gesto. Na fila do Banco, do Restaurante, no Supermercado! Nada! Oíii sou eu! É meu! Chequei primeiro!

A pergunta É:

E se fosse comigo, como eu gostaria de ser tratado? Com toda a certeza gostaria de ser respeitado!

Empatia, bom senso, é exigir demais?

Na real o Mundo projetado pelo “ser humano” mudou e MT.

A competição renhida entre as pessoas, em busca de status, poder e dinheiro, liquidou a compreensão o respeito entre os próximos, enfim, aniquilou com aquilo que chamávamos de "gente".

Vivemos a era do que importa sou eu! O outro q se dane! Primeiro Eu! Depois se puder o outro!

É doloroso admitir, olhar prá dentro e constatar como se tem agido com os outros. Infelizmente, isso é real!

Cada um por si! O meu primeiro!

E isso afetou todas as relações e as ”pessoas” não se dão conta! Aturam-se! E reclamam: Que chato, não? Pô! Que saco!

Reconhecimento, agradecimento é exigir demais! Sinceridade está fora de moda! Amizade, puro interesse!

Defeitos, isso sim, no outro!

E ainda vêm falar em "direitos humanos", pura hipocrisia! O que existe de humano, hoje em dia! QQ animal é mais "humano" que o Homem!

Difícil, não! Coisa feia e triste! A maioria das “pessoas” age como se fossem eternas, imortais e o pior, melhor que as outras!
É para refletir!

sábado, 11 de setembro de 2010

R$ 1 Bilhão de reais ou de dólares?
Ricardo Martins
Este é o preço pago a FIFA  pela Copa do Mundo de 2014.


Na verdade há tempos que o futebol e os esportes em geral deixaram de ser apenas paixão de torcedor e se transformaram em negócios e o pior em negociatas onde muitos enriquecem em detrimento dos clubes, associados, torcedores e de atletas que nos dias de hoje acabam ficando com a menor fatia do bolo. Basta observar a conta bancária oficial e o caixa 02 de vários dirigentes de entidades e instituições ligadas ao esporte nacional e internacional e constatar todos estão muito mais que ricos, "milhardários" e estão como dirigentes máximos há anos e não tem prazo para largar o filé. O mais grave de tudo é que o este tipo de negócios o esporte em campo ou nas quadras, piscinas, pistas, enfim deixou de ser uma competição saudável para se tornar um jogo de cartas marcadas. Ou você, caro amigo, ainda tem dúvidas que o Brasil vai ganhar a Copa de 2014? Já está como se diz, tudo dominado! Tudo acertado entre FIFA, CBF e o Lulinha Paz e Amor! 


E a grana para cada um deles é muito generosa, para a FIFA O Brasil pagou R$ 1 bilhão de reais em isenção fiscal e outras "cositas más"! A CBF tem comissão em tudo e todos os negócios que derivarem da Copa e grande parte vai para o bolso do "Teixeirinha", como é chamado por alguns, que de bobo não tem nada, e o Lula garantiu sua aposentadoria em Marte em um SPA por longo tempo, com tudo pago pelo torcedor, patrocinador, consumidos e investidos de qualquer natureza.


Infelizmente esta é a situação real do esporte nacional e nisso está incluído o chamado Esporte Amador que na realidade de amador nada tem, inclusive dirigentes vitalícios que enriqueceram e muito, durante seus inúmeros e sucessivos mandatos.


Claro que isso é reflexo da situação caótica em que o Brasil se encontra administrado e gerenciado por mãos sujas, diria imundas, pelos chamados três poderes da República. No pais que reina absoluta a IMPUNIDADE e a corrupção desfila solenemente e descaradamente por todo os cantos do Brasil não poderia ser diferente.


Lamento e muito,pois não vejo saída para isso e para a situação conjuntural do país, o povo brasileiro, em sua grande maioria é acomodado e hipócrita egoísta e individualista, não troca seu pseudo conforto por nada, principalmente se tiver que tomar dores dos outros, poucos o fazem, ainda soma-se a isso grande parte de ignorantes e analfabetos que se vendem por nada, por qualquer "merreca", R$ 10.00 por um voto é uma fortuna, triste, mas real.


Agora mesmo uma eleição se aproxima e não se vê, no geral, grande movimentação poro mudanças, não apenas administrativas, executivas ou operacionais e sim de caráter, honestidade e interesse público, parece que no mapa do Brasil tudo fica muito parecido com o que tem acontecido nestes 08 anos, ou seja uma esculhambação e roubo da coisa pública generalizado.
HIPOCRISIA ELEITORAL

Editorial do DC/RBS- SC 12 de setembro.

O empresário Roberto Schweitzer, de Florianópolis, fez uso dos seus direitos de cidadão e expressou, em carta publicada na página Diário do leitor deste jornal, terça-feira última, sua indignação com a desfaçatez da maioria dos candidatos no horário político eleitoral : Tem gente que se aliou ao que há de mais atrasado na política brasileira, que defendeu os maiores corruptos que infectam o Congresso Nacional, que cuspiu na moral e não respeitou o contribuinte, e agora se apresenta como solução para todos os males...

Independentemente de preferências que o autor do desabafo possa ter, ele toca num ponto importante da propaganda política, que é a hipocrisia eleitoral.

Os candidatos têm o direito de mentir para enaltecer suas propostas ou para desmerecer as ideias e as ideologias de seus adversários? Tudo o que aparece no horário eleitoral é falso? Considerando-se a má fama dos políticos, a generalização é tentadora. Mas a verdade é que o horário eleitoral precisa ser interpretado pelo eleitor como uma propaganda – e não como um informativo comprometido com o equilíbrio e com a isenção. Cabe ao eleitor decodificar a mensagem, desidratá-la e captar o que realmente contribui para a formação de sua convicção.

O político pode até mentir, pois essa prerrogativa está sustentada pela liberdade de expressão e de pensamento. Mas seu dever ético e moral é dizer a verdade. Se não o fizer, estará traindo esta garantia de se expressar livremente que a Constituição assegura a todos os brasileiros. E estará, certamente, incorrendo no risco de ser flagrado e de receber dos cidadãos a sentença de repúdio, que deve ser dispensada aos mentirosos e aos demagogos.

Demagogia e hipocrisia são irmãs siamesas. Os demagogos se aproveitam da ingenuidade e do emocionalismo das pessoas para persuadi-las a aceitar suas teses, mesmo quando eles próprios não acreditam no que pregam. Enganam sem pudor, com o único propósito de se manterem no poder. Nem sempre mentem escancaradamente.

Muitas vezes, manipulam as informações, usam a verdade pela metade, procuram moldá-la de acordo com seus interesses e ambições. Nem sempre é fácil perceber a manipulação. Prova disso é que alguns dos maiores déspotas da história da humanidade alcançaram o poder e nele se mantiveram graças a amplo apoio popular.

Porém, com as facilidades tecnológicas de que dispõe para acessar informações, e também com o amadurecimento da democracia em nosso país, o eleitor brasileiro está a cada dia mais habilitado para selecionar mensagens verdadeiras e consistentes em meio à enxurrada de discursos vazios, lugares-comuns e até trocadilhos despejados diariamente no horário eleitoral.

Diante de eleitores conscientes, a hipocrisia eleitoral tende a se voltar, como um bumerangue, contra seus próprios autores.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Aborrece, irrita, revolta e decepciona

Ricardo Martins!

Revoltante! Quem matou, recentemente a advogada Adriana Reis em SP ou foi o responsável por sua morte, foi um meritíssimo juiz que atua dentro da excepcional justiça brasileira. Já que o assassino, o criminoso, estava em benefício penal após cumprir parte dos 50 anos a q estava condenado. Mais um crime cometido por um criminoso colocado em liberdade por um JUIZ irresponsável que apenas lê a Lei!

E assim tem sido nos últimos anos, justiça irresponsável e magistrados coniventes com esta irresponsabilidade da Lei. Até quando?

E a OAB magnânima e interessadíssima, o que diz? Nada! E a "exigente” AMB e o CNJ? O que diz estes órgãos "severos e atuantes". NADA! Devem ser considerados cúmplices. Uma imoralidade!

O Brasil está completamente consumido por doenças peçonhentas IMPUNIDADE, corrupção, “mau caratísmo”, canalhice, irresponsabilidade e safadeza.

A sociedade brasileira em geral é MUITO HIPÒCRITA! Cada um cuida do seu umbigo e interesses e nada mais! Estão matando a torto e a direito e ninguém se movimenta contra isso! Estão preocupados com o “Totó”, da novela das 08 q começa às 09 h, com um monte e bobagens e o país nesta bagunça desmoralizado, com um comando inescrupuloso e altamente venal e um povo acomodado.

Depois querem reclamar do que? Uma vergonha!

Por favor! Que país é esse! Os três poderes da República corrompidos e saqueando o Tesouro Nacional. O crime organizado comandado por vagabundos do colarinho branco. Políticos, magistrados, empresários e outros marginais da pior espécie. Tudo neste país é manipulado por bandidos Na real não existe interesse de rever nada nem adequar coisa alguma.

As REFORMAS necessárias e são várias jamais acontecem e agora estão de novo prometendo, diante de uma nova campanha eleitoral e o povo "BABACA" acreditando.

Na verdade, mesmo o BRASIL tem o q merece! E o pior um povinho acomodado e cretino que nada faz para sair de seu conforto e para mudar este quadro deprimente onde alguns estão “milhardários” e a grande maioria pobre!

É corrupção prá todo o lado, no esporte, na política, na justiça, na sociedade comum e em geral e o POVO rindo como hienas! E não vai mudar, o pior é isso, a acomodação vai persistir e ponto.

E sabem por quê? Vão continuar a tirar uma casquinha aqui e ali e a bater palmas para estes canalhas que estão "esmerdalhando", roubando e vendendo o nosso maravilhoso país! Esta é a realidade do Brasil! Infelizmente!

sábado, 14 de agosto de 2010

Lei Maria da Penha


Um avanço que necessita de aprimoramento!

Ricardo Martins

A Lei 11.340/agosto de 2006 foi batizada como Lei Maria da Penha, em homenagem a uma batalhadora pelos direitos da mulher e que durante sete anos foi agredida pelo marido dentro da própria casa onde por duas vezes tentou matá-la. Preso, julgado e condenado, após 19 anos dos fatos, este infeliz ficou preso em regime fechado por apenas 02 anos.

Esta legislação cria mecanismos para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher, em qualquer momento ou ambiente, exigindo, após denúncia das vítimas ação imediata da polícia.

E o que tem ocorrido? Um crescente aumento da violência contra a mulher com requintes de crueldade em atos bestiais e monstruosos. E a polícia, o que tem feito? Normalmente não dá muita atenção para o registro dos boletins de ocorrência e na maioria das vezes prendendo os culpados após os crimes cometidos.

Então piorou? Não! Óbvio que não! Nas cidades onde as denúncias são apuradas pela polícia melhorou e muito, porém, isso tem acontecido pouco, infelizmente, na grande maioria das vezes a polícia não dá importância e o crime acontece e mais uma vida se perde por nada.

A alegação da polícia é sempre a mesma: falta de efetivo para cumprir as investigações, enfim.

Em minha opinião, é possível que isso aconteça mesmo, em muitas regiões do Brasil e de SC o efetivo policial é pequeno, portanto deficiente. Nas Polícias, Civil e Militar, porém, isso apenas não justifica certo desinteresse da autoridade policial no atendimento a certo tipo de ocorrência.

Creio que além de maior investimento na segurança pública, isso como um todo, desde pessoal, equipamentos, viaturas, tecnologia de ponta, serviço de inteligência e principalmente boas condições de trabalho, existe a necessidade da revisão do rigor da Lei Penal brasileira, de forma total, ampla e genérica, eliminando benefícios e privilégios concedidos a presos supostamente com bom comportamento ou por terem cumprido parte da pena.

Considero imperiosa e vital a revisão do Código Penal, da Lei de Execuções Penais e outras legislações afins, para evitar que a IMPUNIDADE continue prevalecendo em nosso país, beneficiando sempre o infrator em detrimento das vítimas.

Sou favorável em muitos casos e no caso da violência contra mulheres, crianças e idosos a implantação da Prisão Perpétua com serviços forçados, extensiva aos casos de estupro, seqüestro, tráfico de drogas, homicídio premeditado e pedofilia.

No caso da lei “Maria da Penha”, especificamente, a meu ver seria necessário aumentar o rigor nas penas dos infratores e criminosos e também punir exemplarmente ao agente policial quando este abdicar de seu interesse público deixando de atender a ocorrência policial com a devida atenção.

Portanto, entendo ser indispensável o aprimoramento das leis, impondo maior rigor às penas e paralelamente, maior disponibilidade de verbas públicas direcionadas a melhorar e aprimorar o sistema de segurança pública como um todo, incluindo aí o sistema prisional hoje caótico na maioria das capitais do país e em quase todos os municípios da federação.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

A DROGA é uma droga!


Por Ricardo Martins

“Cada dia que passa mais jovens e até crianças estão envolvidos com as drogas!”

Infelizmente esta é uma realidade da qual não se pode fugir, certamente este é o “mercado” que mais cresce entre as crianças, jovens e adolescentes e muitos são utilizados como soldados do tráfico e além de consumirem ainda recebem “salário” para cuidar da “boca!”, alguns, em bom número, sustentam as suas famílias com o resultado do seu “trabalho”. Isso se dá mais em comunidades carentes ou favelas situadas dentre os morros nas varias capitais e principais cidades brasileiras.

Santa Catarina, lamentavelmente é uma das lideres neste “setor” que deteriora a família e a vida de muitos catarinenses entre 12 e 22 anos, o crack é o maior responsável por todos estes danos, uma droga pesada que rapidamente destrói o sistema nervoso central e provoca convulsões e aos poucos leva a morte.

Infelizmente em Tijucas e por todo o Vale a situação não é diferente, pelo contrário é alarmante e crescente! Itajaí e o litoral catarinense são outros pontos de intensa atuação do tráfico de drogas.

Como reprimir? É uma das perguntas mais comuns entre as pessoas de bem, quer sejam, familiares de drogados, autoridades policiais, juristas ou educadores e a resposta unanime é: mais rigor na lei, concentrando a policia a destruir os núcleos de comando destas organizações criminosas onde proliferam o tráfico e os traficantes e prendendo os verdadeiros chefes do tráfico que estão entre “personalidades da mais alta sociedade e representatividade da vida pública e empresarial brasileira”, as chamadas “Celebridades do Tráfico”!

Esta seria a vertente punitiva, ou seja, cadeia por longo tempo para os “Coronéis do Trafico”, gerentes, encarregados e seus subalternos.

Paralelamente a isso outro caminho deve ser percorrido com dedicação, muito trabalho, paciência e urgência, a proliferação dos Centros Especializados em Recuperação de Drogados e Alcoólatras.

A criação ou ampliação de centros com esta finalidade e objetivo é premente por todo o Brasil e de forma prioritária em SC. Nestes locais além do programa de recuperação deve acontecer o preparo da reintegração do usuário a sociedade através de um processo de ressocialização amplo que passa pela recuperação de sua saúde psíquica e física e sua readequação aos conceitos sociais e as convenções previstas no inter-relacionamento pessoal e das comunidades.

Este é um assunto que requer soluções imediatas, mais que isso, urgentes! E obviamente deve ser prioridade nos planos de governo, a nível federal e estadual, que deve agir como principal fonte de projetos, recursos técnicos, logísticos, de pessoal especializado e investimentos financeiros.

Prender os grandes “comandantes”, pensadores, planejadores, organizadores e investidores do tráfico de drogas e os mega- traficantes é urgente e hiper necessário, porém tão urgente ou mais é cuidar de forma adequada e consciente do usuário, do doente consumidor de drogas e de álcool

Isso é um problema gravíssimo de saúde pública e deve ser tratado prioritariamente e com responsabilidade social.

domingo, 1 de agosto de 2010

Joelmir Beting merece o OSCAR!

O Viajante
 Joelmir Beting

Se beber não dirija. Nem governe.

Até aqui, em 40 meses de governo, o presidente Lula já cometeu 102 viagens

ao mundo. Ou mais de duas por mês, tal como semana sim, semana não. Sem

contar, ora pois, as até aqui, 283 viagens pelo Brasil...

Hoje, dia 15 de julho, ele completa 382 dias fora do país desde a posse. E pelo

Brasil, no mesmo período, 602 dias fora de Brasília.

Total da itinerância presidencial, caso único no mundo e na História: Exatos


984 dias fora do Palácio, em exatos 1.201 dias de presidência.

Equivale a 81,9% do seu mandato fora do seu gabinete. Esta é a defesa da

tese de que ele não sabia e nem sabe de nada do que acontece no Palácio do


Planalto.

Governar ou despachar, nem pensar.

A ordem é circular. A qualquer pretexto.

E sendo aqui deselegante, digo que o presidente não é (nem nunca foi)

chegado ao batente, ao despacho, ao expediente.

Jamais poderá mourejar no gabinete, dez horas por dia, um simpático

mandatário que tem na biografia o nunca ter se sentado à mesa nem para

estudar, que dirá para trabalhar.

SEM CONTAR AS DESPESAS:

FHC, EM 8 ANOS DE GOVERNO, GASTOU R$ 58 MILHÕES, CRITICADOS PELO PT.

LULA ATÉ AGORA, EM MENOS DE 7 ANOS, GASTOU R$ 584 MILHÕES! E SÓ AS IDENTIFICADAS PELA IMPRENSA

E o povão ainda aplaude e vota!