Contador de Visitas

Seguidores

domingo, 6 de fevereiro de 2011


Pergunte ao LULA!
Ricardo Martins

Um ex - Presidente da República do Brasil! Lembra dele, um baixinho, barbudo, antes magrinho e pobre, depois, barbudo, gordinho e rico, muito rico? Um torneiro mecânico que quando jovem e nada tinha gritava feito um louco, com sua voz rouca: Companheiros! Abaixo o capitalismo selvagem! Baixo o FMI! Viva o trabalhador! Companheiros! Temos que lutar pela social democracia! Depois, já Presidente, aderiu ao $$$ fácil, dos outros, foi o “Rei dos Escândalos Financeiros”. A sua volta, de tudo aconteceu, apesar dele jurar por DEUS e pelo Corinthians que de nada sabia, via ou ouvia. Um santo homem!

Jovem ainda resolveu parar de trabalhar, para “se dedicar à causa”, e qual a solução? Cortou em uma serra industrial o dedo mínimo de forma a ir ao seguro receber uma indenização e se afastar pelo INSS por invalidez.

Trabalhar! Isso sempre renegou! Dê a ele um palanque, um carro de som e um microfone e mais ou menos 50 pessoas que ele é capaz de se fazer novamente Presidente. Melhor não!

Como Presidente da República do Brasil, 50 foram apenas os serviçais contratados aos seus serviços particulares no Palácio da Alvorada, que reformado, custou quase 200 milhões aos cofres públicos (consórcio de 20 empresas, em 2006). Depois, em 2009, reformou o Palácio do Planalto, agora os gastos superam os 100 milhões de reais fora a decoração com peças originais e trazidas de todo o Brasil e do Mundo.

Lembrou dele? Claro! Figura fácil! Daquelas carimbadas!

É a este senhor de barba pintada e unhas feitas, por conta do erário público, a quem devemos perguntar pelo $$$$ que deveria, por exemplo, ter sido aplicado no Projeto CLIMA e dos equipamentos tecnológicos que serviriam para equipar os Centros Federais Especiais de Estudos e Prevenção de Tragédias Climáticas e a Defesa Civil de todos os estados brasileiros, exigindo a aplicação por todos os municípios de planos de ações contingenciais a inundações e tragédias climáticas de qualquer natureza, principalmente enchentes causadas por grandes chuvas.

São quase 6.000 municípios no Brasil e em sua grande maioria os Rios e Córregos cortam as cidades perigosamente, além de redes pluviais e fluviais ineficientes e deficientes. Não existe escoamento adequado de esgoto domiciliar e industrial. Estamos em 2011. Em pleno século 21.

Pergunte ao LULA! Quantos países ele conheceu e visitou mais de uma vez, enquanto Presidente da República? Quanto custou o Aero Lula e o Aero Dilma, que deixou licitado. Somam-se a isso os valores gastos com manutenção e melhoramentos e compare com o que foi investido em saneamento básico no Brasil.

Quanto gastou em cartões corporativos e em quanto importou suas despesas pessoais em oito anos de mandato? Apenas isso! Fora a má aplicação das verbas orçamentais em todos os setores, e a realidade está aí à mostra: saúde, segurança pública e estradas, por exemplo, sucateadas e em pleno caos.

Evidente que o Brasil vive a mercê de governos irresponsáveis há tempos, porém, nunca, jamais e há tanto tempo este país e seu Povo foram tão roubados como no período do último governo. Pergunte ao Lula!

Os escândalos foram diários durante seu mandato e as somas de $$$ envolvidas vultosas, sempre, isso foi regra. Externamente venderam um país que internamente estava arrebentado e hoje isso literalmente é uma realidade, infelizmente, com perdas de milhares de vidas, inclusive. Pergunte ao Lula! O homem das idéias mirabolantes, o que fazer?

A quem cobrar isso? Dos governos federais e estaduais, obviamente os atuais e anteriores, acabar com privilégios, imunidades e benefícios para todos os funcionários de todos os níveis do executivo, legislativo e judiciário, principalmente aqueles absurdos, espúrios e canalhas.

Todos aqueles que se sentirem prejudicados tem que recorrer à Justiça, outra mediocridade no Brasil, a fim de se ressarcir de seus prejuízos.

É hora de virar o jogo e a sociedade brasileira assumir as rédeas deste país, de forma decente e dedicada. Todos juntos podemos e vamos fazer!

E para consertar tudo isso? Não pergunte ao LULA, por favor, esqueçam ele!


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

“Mau exemplo”


Ricardo Martins


Não seria demais afirmar e com toda a certeza que 90% da má qualidade que o contribuinte encontra no serviço público, em geral é resultado de má gestão, acrescida de falta de interesse e despreparo técnico do servidor, em todos os níveis.

A escolha pura e simples dos gestores sob a ótica, interesse e cunho político e também por conta de favor pessoal ou de pressão partidária, desde o primeiro escalão e por dai em diante em efeito cascata, é responsável direto pela má gestão no serviço público e por via de conseqüência da péssima qualidade de seu atendimento.


A esta afirmativa soma-se o mau exemplo, ou seja, se o que vem de cima é muito ruim então por que devo fazer corretamente ou interessadamente, a minha parte? Esta é a pergunta que passa freqüentemente pela cabeça do servidor. Isso é regra geral.


Outro aspecto negativo é algo que existe, desde os tempos mais remotos, no serviço público e que rotula o servidor como alguém que nada quer com o trabalho, nada o interessa apenas encher os bolsos com agrados, autobenefício e comissões, em dinheiro de preferência.


“Se o Chefe se defende por que não eu deva-me “defender’ também”? E o “leite das crianças, o “filé de todo o dia”, como fica?


Estas expressões tornaram - se historicamente populares aos olhos de todos e em todas as regiões do país por conta destes servidores públicos que pregavam bravatas, ganhos mirabolantes e pouco trabalho.

Se observarmos, a partir dos 03 Poderes da República e de seus principais gestores, além dos escândalos financeiros e das maracutáias freqüentes e diárias, estampadas no noticiário, fica claro o desinteresse com que tratam da “coisa pública”, por exemplo, veja a situação da saúde publica no Rio de Janeiro e Brasília, da segurança pública e do sistema prisional em SP, SC, Goiás, Espírito Santo e no Maranhão, dentre outros, das estradas federais e mais recentemente das obras públicas, no caso das enchentes por conta de chuvas. Porém, certamente o mais grave ainda é o atendimento direto ao contribuinte, ao cidadão, ou pior o mau atendimento, onde fica evidente o despreparo do servidor público, vide policia militar ou recepcionistas e seguranças de hospitais, isso entre outros péssimos modelos.


Por que isso acontece ainda? Fácil afirmar! Apenas por deficiência de gerenciamento desde a seleção de pessoal, passando pela fase de treinamento e preparação do servidor, até o momento deste desempenhar suas funções. É ai que a coisa se complica. Quem é o responsável? O mau exemplo e má gestão!


segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Menor Infrator

Um grave e real problema a ser atacado frontalmente e urgentemente!
Ricardo Martins
Como tantos outros problemas brasileiros que refletem no dia a dia do cidadão de bem, o “menor infrator” é um tema tratado, claramente, sem nenhum interesse pelo chamado “serviço público”, ou seja, a partir do Executivo, Legislativo e Judiciário, que nada ou muito pouco fazem a fim de minimizar ou adequar à situação. Evidente que isso é regra geral, existem raríssimas exceções.

Leis, até que existem, apesar de estarem ultrapassadas para muitos e necessitarem de atualizações e ajustamento, com o que concordo, porém a determinante neste caso, uma legislação que incida diretamente sobre a questão que é discutida há anos com o claro objetivo de nada resolver: a malfadada maioridade penal.


A questão não é essa, 16 ou 18 anos, e sim, punir o infrator com qualquer idade. Infringiu? Responde por isso e recebe o rigor da Lei. Antes ou a par disso é importante observar: por que o menor infringe? Por saber que é inimputável e que as sanções hoje previstas são banais, em breve, muito breve, vai estar nas ruas novamente, e o pior, matando, roubando, seqüestrando e estuprando.

Penso que são no mínimo dois caminhos a seguir: além da definição indispensável de uma legislação, que poderia ser até estadual, sobre a responsabilidade criminal independente da idade, pois entendo que o menor infrator tem que saber que será punido com rigor ao infringir, implementar a criação de dois tipos de unidades prisionais, uma com fins de detenção e outra com proposta de ressocialização, ambas porém com instalações decentes, com celas duplas e com espaços para implemento de atividades escolar, cultural, esportiva, social e profissional, naquelas que se propõe a ressocialização. Isso deveria ocorrer por todo o Brasil, em cada estado e algumas unidades federais, tanto de uma quanto da outra.


O que isso motivaria? Inicialmente a necessidade imperiosa de separar o “joio do trigo”, ou seja, quem é recuperável, ressocializável e quem não é, e na seqüência encaminhar caso a caso ao destino apropriado.


Concluindo, objetivamente, os passos seriam estes: definir através de legislação adequada a imputabilidade rigorosa, em qualquer idade, do menor infrator, a instalação de três ou quatro unidades federais, no máximo com 400 vagas, cada uma, para a detenção e mais algumas em cada estado, também para este fim e a implantação de Unidades de Recuperação, também nos estados, para onde os menores efetivamente com chance de ressocialização seriam enviados.

Penso que o adolescente deva ser protegido através de ações comunitárias que estimulem seu interesse por outras atividades que não o crime, isso por conta de ONGs, ações de governo, enfim, porém que o mesmo tenha pleno conhecimento que se ingressar no crime terá o mesmo tratamento do delinqüente adulto, sofrendo o rigor da Lei com o mesmo peso e a mesma severidade.


Como dito na abertura deste artigo, este é um problema como tantos outros no Brasil que ganha dimensões gigantescas por conta de se empurrar com a barriga, sendo que na prática desde que haja vontade e interesse político são de fácil solução. E neste caso a solução deste reduziria consideravelmente a situação caótica da segurança pública no país, tenham absoluta certeza disto.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011


A Grande e Irresponsável Farra!
Ricardo Martins

No Brasil, desde seu descobrimento, impera o jeitinho, o benefício, o privilegio, a imunidade, o recurso, o excepcional, o interesse pessoal ou corporativo, por tudo isso, via de conseqüência, a corrupção, o corruptor, o corrompido, o conchavo, a negociata, os acordos escusos abandam e proliferam. E como a ética e a moralidade aí não se encaixam, instala-se absoluto o estado de impunidade e o estímulo a continuação de desvios, fraudes e roubos do dinheiro público, do povo, e que deveria ser aplicado em de acordo com suas carências e necessidades.

Isso ocorre a partir do envolvimento do mais simples e nada representativo funcionário público municipal até as mais altas esferas da República e seus mais significativos e importantes representantes, sem esquecer dos setores representativos da sociedade organizada, onde permeia a pura vigarice. Em outras palavras, desde o bagrinho que atende o balcão na repartição do município até os grandes salões e gabinetes estrelados de Brasília, no legislativo judiciário e executivo nacional. Desde um misero atendente até o Presidente da República. Todos, quase sem exceção, praticam ou estimulam a corrupção e o roubo ao bolso do cidadão de bem e decente deste país.

Entre escândalos dos mais indecentes e imorais, a farra com o erário, o dinheiro do Povo, é diário e permanente, ficou mais evidente nestes últimos 08 anos, simples coincidência, em parte sim, mas vem dos tempos, do desrespeito as Leis, que até existem, mas por eles mesmos que a criaram são desrespeitadas na maior cara de pau!

Vide o caso das aposentadorias de ex – governadores e ex- presidentes, que passa inclusive na forma de herança para descendentes destes, e isso certamente, não é privilégio desta classe abandonada pela sorte, tão desprotegida, obviamente acontece no legislativo e no judiciário também, com a mesma intensidade e representativo volume de dinheiro. Uma pouca vergonha!

Na realidade isso não passa de mais um dos conhecidos escândalos financeiros que caracteriza o desvio de dinheiro público para fins de benefícios próprios.

E os ainda desconhecidos?  E os 16 bilhões que foram gastos pelo governo LULA em viagens ao exterior? E os gastos com cartões corporativos? Despesas com diárias, combustível e alimentação? E o excessivo e inchado serviço público, municipal, estadual e federal, que gera uma folha impagável? E os serviçais e atendentes pessoais, nos vários tipos de residências “oficiais”? Veículos, enfim? Ah! Quase me esquecia, os auto - reajustes de salário, ato comum também em todos os Poderes. E por aí vai!

Imagine isso apenas nos últimos 08 anos e multiplique por três, os poderes da república! Quer ir mais longe um pouquinho? Retroaja até o ano de 1500.

Uma vergonha, uma barbárie, uma indecência, uma imoralidade, uma canalhice, uma patifaria, enfim, e o pior a quem recorrer? Se todos ou uma grande maioria, inclusive setores importantes da sociedade, estão envolvidos até o pescoço? Beneficiam-se disto? É o caos! E Povo assistindo, de braços cruzados, sentados em cima da hipocrisia e de uma máscara descomunal, coniventes e cúmplices. Uma pena!

Infelizmente, a farra irresponsável com o $$$$ público é ampla, geral e irrestrita.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Tragédias Climáticas
 “Omissão, Concessão, Permissividade”
Ricardo Martins

Que a Natureza tem, nos últimos anos, enviado severos e enfáticos recados e rigorosas reclamações à humanidade sobre o desleixo, abandono e falta de interesse quanto a sua preservação, é uma situação clara e óbvia. E que o Homem não tem dado nenhuma atenção a estes recados, também é óbvio.

Estes fatos têm ocorrido há décadas, tanto uma coisa como a outra e a intensidade desta cobrança vem a cada dia se tornando mais dura e contundente, assim como o desinteresse e a falta de atenção do Homem.

Os governantes de todo o Mundo, via de regra, apenas se pronunciam através de discursos vazios, na real, a chamada conversa fiada, e pouco têm feito em direção à recuperação do meio ambiente, do ecossistema, enfim do Planeta como um todo.

E as tragédias se repetem, aqui e acolá. O desequilíbrio climático é evidente ao mais puro leigo, os fenômenos naturais se sucedem com todos os nomes e identificações possíveis, sepultando milhares de pessoas, devastando cidades e até pequenos países por inteiro.
E o que fazem os políticos, os governantes, os administradores públicos? NADA!

No Brasil, em pleno ano de 2011 são centenas de municípios, até de grande porte, que ainda não tem uma política direcionada para a adequação dos córregos e rios que cruzam e até dividem as cidades, além do tratamento ao lixo e detritos em geral.

Nas encostas, as regiões de vegetação superficial e passagem natural da água da chuva são ocupadas irresponsavelmente pelo povo, com a permissividade do agente público, que deveria fiscalizar e impedir, com o máximo rigor.

Não adianta apenas publicar a Lei, é indispensável sua execução sem complacência, porém o que mais ocorre nestes casos é vista grossa e a liberalização remunerada por boas comissões.

É importante frisar que não é apenas o pobre, aquele que ainda é miserável mesmo, porque assim inclusive deseja, por opção pessoal, que leva o perigo a estas cenas e regiões de risco, o rico e abastado também, e este paga polpudas gratificações ao agente público para construir ali, onde deseja. Isso ocorre por todo o Brasil, quase sem distinção de estados e municípios.

Evidente que a isso se deve somar o problema do lixo, da má educação da população, mas tudo é conseqüência das concessões ilegais e da permissividade irresponsável das autoridades governamentais.

Procure saber, por exemplo, em sua cidade, quanto e o que foi investido no último ano em contenção de enchentes e prevenção de tragédias climáticas, inundações e outras, depois procure saber nos dois últimos anos, nos últimos 05 anos e nada vais encontrar, pois nada ou pouco foi feito ou investido.

Agora, “os caras”, os administradores públicos, prefeitos, governadores, deputados, vereadores e fiscais estão cada vez mais ricos, parecem até presidente de confederação esportiva nacional. São terrenos aqui e ali, sítios, fazendas, carros importados, chácaras, casa de praia e nas montanhas, tudo comissão recebida por conta de fechar os olhos e liberar as licenças para construção de mansões, conglomerados turísticos e condomínios particulares de alto luxo, em locais de preservação ambiental, em circuitos naturais e de alto risco, por conta dos fenômenos da Natureza.

E quando estes ultimamente ocorrem com uma fúria e intensidade assustadora, pouco sobra em pé e pessoas, famílias inteiras sucumbem, perdem tudo, inclusive a Vida.

Você tem alguma dúvida de quem é o responsável ou responsáveis?

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Mau Caráter!
Ricardo Martins
Um grave e seríssimo problema de formação da estrutura da personalidade de um individuo. É normalmente caracterizado e identificado por desvios de conduta, ausência de valores e de ética pessoal, social e profissional. A deformidade do caráter. O chamado mau caráter é facilmente encontrado nestes tempos !

Esta distorção evidencia uma pessoa inescrupulosa, de ambição descabida e dona de uma cobiça colossal, alguém desequilibrado emocionalmente. Um egoísta, trapaceiro, egocêntrico, interesseiro ardiloso e calculista, ou seja, uma pessoa privada do bem fazer ou bem viver! Alguém que tem ou encerra em si mesmo a marca da indignidade, que se vende por qualquer boa quantia ou por conta de uma oportunidade fortuita e contingencial. Uma pessoa, enfim, que soma atitudes e posturas inadequadas aos bons costumes e valores probos.

Na real, um péssimo elemento, um Ser desprezível. Um elemento inteiramente nocivo à sociedade. Hipócrita, dissimulado, aproveitador, capcioso e venal. Um canalha!

Evidente que este tipo de pessoa é ou pode ser identificada pela magnitude ou representatividade de suas atitudes. Às vezes usa suas artimanhas e artifícios apenas para burlar uma fila de Banco, da Lotérica ou de um Restaurante.

Outras vezes se utiliza de sua posição sócio – política e profissional para se beneficiar de algo ou alguma coisa de expressiva significância. E em momentos “delicados”, se apresenta pretensiosamente e presunçosamente, tipo: Sabe quem sou eu? Sabe com quem estás falando?

Porém, em regra mais genérica, é visto sempre a tirar proveito de negócios ilícitos, de negociatas e conchavos de grande envergadura. Normalmente é alguém próximo ao Poder e convive nas altas esferas. Trabalha na maioria das vezes nos bastidores, neste caso tem nome formoso: Lobista!

Habitualmente se “veste” de empresário bem sucedido ou de político de boa verve, com boa aparência, habilidoso, cordial e sempre disponível.

Este é o mau caráter! Um ser que habita o mundo e especialmente o Brasil, em todos e por todos os cantos, canteiros e rincões. Infelizmente!

Na real “uma doença” que arrebenta com uma sociedade pujante, de grande potencial, promissora e progressista. Um verme que necessita de extinção urgente.

Reconheces ou lembras de alguém? Não vale! Olhaste pro lado!

domingo, 2 de janeiro de 2011

O que esperar de 2011?
Ricardo Martins
Muito mais que um novo ano, 2011 traz em seu bojo possibilidades reais de mudanças, já que é inicio de governo estadual e federal. Apesar da maioria dos nomes já serem do conhecimento de todos, alguns aparecem em novas funções e isso pode propor alterações em atitudes e posturas, e a meu ver, pode ser positivo. O fato mais relevante, sem dúvida, é a posse da nova presidenta Dilma Roussef, agora uma mulher no comando da Nação Brasileira.

No time de Dilma também existe a repetição de nomes, porém alguns em novas funções e responsabilidades, outros em antigas pastas onde seu desempenho foi considerado e destacado.

O que esperar da nova Presidenta? Pelo seu discurso de campanha e de posse será tudo muito positivo. Esperemos que assim seja, mesmo sabendo que há muito que corrigir, ajustar e adequar para então por em prática seus planos e projetos.

Fala-se muito da possível influencia de Lula, não acredito, tenho a impressão que desde o início Dilma vai mostrar a que veio, sob este aspecto a mulher é mais determinada, disciplinada, atrevida, arrojada e responsável, ainda mais no caso dela que participou do antigo governo, sabe o que foi positivo e negativo, vai errar se quiser. No meu entender escolheu uma boa equipe, com bons nomes e competências. É esperar pelo interesse e desempenho de cada um.

O Brasil deve estar atento ao movimento externo, marcando presença e seletivando, principalmente os investimentos estrangeiros, reafirmando parcerias, porém suas maiores prioridades estão localizadas e identificadas internamente. Aqui  estão as maiores necessidades e carências do povo, os setores que precisam de mais atenção e melhor investimento de recursos e trabalho, ajustados e em sintonia, visando um desenvolvimento seguro e equilibrado.

Falo de saúde, segurança pública, incluindo o sistema prisional, e o combate imediato à  IMPUNIDADE, neste caso a Reforma do Judiciário é hiper necessária e urgente, deve ser profunda e focar principalmente em atitudes, posturas e no Código Penal, além da Lei de Execuções Penais e a isso já me referi detalhadamente em artigos recentes, e em primeiríssimo lugar, nada é  mais urgente, sob meu ponto de vista, é vital.

Existem outras reformas de relevância vital, entra governo sai governo e estas chamadas reformas estruturais não acontecem e se tornam a cada dia mais indispensáveis. A reforma tributária que deve propor uma relação de equilíbrio entre os estados da federação e a reforma política, que entendo deve estabelecer critérios adequados quanto às eleições, candidatos, candidaturas e eleitos, revendo tempo de mandatos, coligações e outros quesitos. É prioritário, a meu ver, rever o formato da eleição que hoje se mistura votos do candidato com legenda, enfim, eu já penso que quem recebeu mais votos está eleito e fim.


Além de tudo isso existem outros problemas setoriais como o equilíbrio da economia, o desempenho de portos e aeroportos, do sistema de transporte aéreo, desenvolvimento de outros setores industriais, comerciais, de serviços e tecnológicos, o agro negócio, o pré-sal e tantos outros.

O Brasil pode, tem capacidade e competência para evoluir e muito, porém o foco deve ser interno, pois sem uma estrutura básica nada funciona bem.

Outro aspecto fundamental a destacar é o ético e moral, que deve ser resgatado urgentemente, com o combate incessante à impunidade, instituindo mais rigor, responsabilidade e seriedade a legislação. É plausível erradicar a corrupção e tudo se tornaria mais fácil e mais econômico para a evolução do país e de seu povo.
Para isso basta vontade política, interesse no coletivo, investimento adequado e muito trabalho de todos, governos e população. Juntos tudo podemos e vamos conseguir, basta querer.

Em Santa Catarina não é diferente, apenas acredito e confio mais no governador Raimundo Colombo. E que venha, então 2011.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

“Tchau Lula! Até nunca!”
Ricardo Martins

Luis Inácio da Silva, o Lula, poderia ter sido o maior presidente deste país e ser lembrado sempre como um grande estadista e defensor do povo brasileiro.

Jogou fora, a meu ver, esta oportunidade ímpar, preferindo enriquecer a si próprio e a muitos que estiveram a seu lado, desviando e roubando. E há muitas formas de roubar, descaradamente, o dinheiro público, que deveria ter sido investido nas necessidades e carências do povo brasileiro e hoje certamente estão em contas fantasmas ou em nome de laranjas em paraísos fiscais.

Deixar de reconhecer acertos, ações ou decisões de seu governo seria uma imbecilidade, alguns fatos podem ser considerados históricos, como o investimento na Petrobrás, proporcionando seu período de maior desenvolvimento e a grande descoberta do Pré-Sal. 

Lula vendeu, literalmente, para o Mundo um Brasil sem problemas e com características desenvolvimentistas, praticou uma política externa que reforçou a credibilidade do Real, robusteceu as nossas divisas e os saldos do Tesouro, quitou débitos importantes, anistiou e absorveu dívidas de alguns países, assumiu posições controversas e até mesmo atrevidas, estimulou amizades perigosas, peitou os poderosos e estendeu a mão para muitos, pequenos ou grandes, enfim,  tudo poderia ter sido lindo e positivo, se na real não fosse algo com o interesse de “vender” pessoalmente, sua figura de estadista para inglês ver. E obviamente, tudo isso teve um custo, e que custo para o Brasil.

Internamente, porém, foi onde cometeu a maioria de seus erros, expos o país e seu povo, diariamente a um grande e espetacular escândalo financeiro e político, onde o cerne foi a corrupção e o desvio do erário público, tentou com as diversas “bolsas sociais” melhorar as condições de vida do povo, quando a meu ver, este necessita de dignidade, de trabalho, não de esmola, mas conseguiu com esta política populista  arrebatar opiniões e até algum resultado positivo
.
No fundo aderiu a tudo aquilo que durante anos e mais anos, nos palanques da Vida, criticou e abominou. Ao assumir para ser  talvez o maior Presidente deste país de todos os tempos, abriu mão do povo e aderiu ao capitalismo, que chamava de selvagem.

São mais de 40 empregados pessoais, reformas faraônicas nos Palácios do Planalto e Alvorada, aviões, lanchas, jet-ski e outros brinquedinhos, porém o que mais indignou ao cidadão decente do Brasil foi com certeza, as centenas de viagens ao exterior com enormes comitivas. “Nunca, jamais, neste país um presidente viajou tanto”, vide apenas as despedidas do cargo, um verdadeiro Trem da Alegria com o dinheiro do Tesouro Nacional.

Enquanto isso, a saúde continuava e continua a  matar as pessoas nas filas por falta de atendimento, faltam equipamentos, unidades de emergência e pessoal qualificado  a disposição da população. A segurança pública transformou-se no caos e o sistema prisional idem, as estradas abandonadas e a educação sem consistência, o salário mínimo continua mínimo e os aposentados a cada ano que passava amargavam derrotas e mais derrotas em seus pleitos ao governo federal.

Prometeu 21 presídios federais, fez quatro, 15.000 homens a mais na Polícia Federal e as Forças Armadas nas fronteiras para combater o contrabando de armas e o tráfico de drogas, isso jamais fez. Lançou o PAC, um programa até arrojado e bem intencionado, porém tipo “me engana que eu gosto”, a maioria das obras estão em ritmo lento ou paralisadas e a maioria inexiste.

O que falar de Portos e Aeroportos, das agencias reguladoras, que nada regulam, são na realidade enormes cabides de emprego, da diversificação da indústria e do Agro negócio e do meio ambiente? Foi um governo permissivo e controvertido, desequilibrado, apenas com fachadas e marquises.

Um governo de grupos e privilégios, marcado pela maior doença do Brasil: a IMPUNIDADE, por 03 poderes da República, todos contaminados  pela falta de caráter, de ética e respeito e pela imoralidade, onde a maioria ou grande parte sem escrúpulos se vende por qualquer bom dinheiro e algum poder ou vantagem.


E o pior, comandado por quem não gosta de trabalhar, e nunca gostou, por alguém que um dia, lá longe, bem distante mesmo, foi pobre e por lá deixou a dignidade e enriqueceu a custa de um povo e de um país maravilhoso.

Peço desculpas pelo longo texto, mas ficaria aqui por páginas ou horas a falar deste grande traíra, que já citei em outros trabalhos e artigos, porém não vale a pena, por que ao escrever me entristeço, me decepciono e lamento, chegando a irritação, pois este cara, o Lula, aquele do passado longínquo,  teve a oportunidade e a deixou escapar, poderia ser lembrado como o maior estadista popular da história deste país e certamente será lembrado como o Chefe de Estado de um governo da corrupção, da impunidade, onde permeou, oito anos a seguir, a indecência e a imoralidade pública e a política tocada com mãos sujas e podres.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Reforma da Lei Penal
Questão de interesse público
Ricardo Martins
Recentemente o Senado Federal brasileiro encheu a boca para dizer de reformas importantíssimas aplicadas à Lei Penal, seu relator, governador eleito do Espírito Santo, Senador Renato Casagrande encheu o peito para anunciá-las. Que bom, porém aos olhos do cidadão nada refletiu de positivo ou de ganho real. Objetivamente e urgente o que tem que acabar na Lei Penal é:

Eliminar qualquer tipo de privilégio ou imunidade, penalizar igualmente a ricos, pobres e políticos ou serventuários dos 03 poderes da república, acabar com os benefícios de qualquer natureza para o elemento de alta periculosidade, desprivilegiar advogados e ou familiares, valorizar o flagrante, minimizar ou extinguir instâncias e recursos. Crime hediondo, torpe, cruel ou macabro, pena total em regime fechado, sem nenhum direito a benefícios. Em apenas um julgamento considerar a ficha criminal do infrator, nos presídios e penitenciárias, separar o joio do trigo, por contundência do crime. Os crimes de transito por conseqüência de bebida alcoólica deveriam ser inafiançáveis e sem direito a responder em liberdade e finalmente leis mais duras para o menor infrator que deve ser punido com mais rigor a partir de qualquer idade, separando evidentemente aquele que pode vir a ser recuperado daquele contumaz, sendo que no caso de crimes no trânsito ou na escola os pais respondem junto.

Estas medidas acabam com a IMPUNIDADE neste país, com toda a certeza, é muito difícil aplicar ou instituir? Certamente que não, muito simples inclusive, basta ter vontade política, interesse coletivo e partir prá fazer. Isso pode inclusive constar em apenas um projeto de Lei que pretenda corrigir, alterar e adequar o Código Penal e a Lei de Execuções Penais. 


Evidente que concomitantemente já deve estar em andamento um plano de recuperação de unidades prisionais e instalação de outras, tantas quantas forem necessárias, além de um plano decente de carreira policial, salários dignos e benefícios por conta da exposição do cargo, que inclua seguro e pensão.

Basta isso  para resolver este grave problema de segurança pública e ao mesmo tempo de grande comoção social. A propósito, deve-se incluir punição rigorosa para o advogado, policial ou magistrado, que facilitar para o infrator ou descumprir a lei.

Simples, não? Por que então não o fazem?

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Finalmente férias!
Ricardo Martins

Enfim as benditas férias. Depois de 10 anos finalmente vamos sair em férias pelo litoral catarinense, lindo e privilegiado por Deus, com certeza. Destino: uma casinha alugada em uma linda praia num Balneário próximo a Floripa, um dos cartões postais de SC. Tralha na mala do carro, família acomodada e lá vamos nós, rumo ao paraíso. Na chegada enormes filas no transito fazem o motor do carro ferver, nada que não se resolva quase três horas depois. Chegando, exausto, na casinha é fácil constatar que o corretor esqueceu e não mandou a faxineira. Sem problemas, depois de um suculento e delicioso jantar na beira da praia à base de frutos do mar, vamos dar um jeito na casa.

Ao jantar então, ainda bem que resolvemos ir a pé, pois o transito estava caótico. Após boa procura, afinal uma mesa, o garçom chega 30 minutos depois e o jantar, o cerca de 30 minutos depois do pedido, o camarão estava meio frio e arroz à grega meio queimado, porém tudo bem,  faz parte. O relógio marca 23:30h, é assim mesmo, férias! Fomos dormir, todos, por volta das 03 da manhã, após a faxina na casa. Durante a noite o Paulinho tem febre e temos que levá-lo ao Posto de Saúde. Falta de sorte, estava fechado. Bem, quem sabe uma farmácia, no centro estava fechada e a de plantão ficava em uma localidade 05 km ao norte do centro, preferimos um antitérmico e banho frio até o dia nascer. Opa,  já nasceu!

Sonolentos e cansados, um café bem rapidinho e praia, afinal foi para isso que viemos, curtir o Sol e as lindas praias. Protetor solar pelo corpo todo, nas crianças e na comadre e vamos em frente. O negócio é arrumar um lugarzinho para armar a barraca e descer a bagagem, claro, bóia, bola de vôlei, frescobol e o delicioso farnel da madame, franguinho com farofa e pastel, até porque ninguém é de ferro. Depois de alguns minutos, mais ou menos 25 para ser exato, conseguimos nos arrumar em um cantinho da areia, onde uma garotada jogava uma animada pelada. Opa! To dentro, adoro um futebolzinho. Tentei me aproximar, mas não deu muito certo, então fomos nadar. Foi neste momento que percebemos que estávamos um pouco longe mar, na verdade a uma boa distancia deste e havia ainda o farnel, o sol, os garotos, pouco espaço e a bola. Chegamos em casa pelas 16 h, todos vermelhos como camarão e doloridos por todo o corpo. Banhozinho de água potável para tirar o sal do mar e a grande surpresa: não tinha água. Apareceu pelas 22 horas. 

Um dia maravilhoso de férias, não? Será que vão ser assim os nove dias restantes de nossas benditas férias? Ninguém merece! Antes eu tivesse ficado em casa cuidando da minha hortinha. Agora, o mar é lindo!

Cuidado! Isso é real. Já vi este filme em sessão reprise! Cansativo, desgastante, caro e nada proveitoso. Uma decepção!