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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

A DROGA é uma droga!


Por Ricardo Martins

“Cada dia que passa mais jovens e até crianças estão envolvidos com as drogas!”

Infelizmente esta é uma realidade da qual não se pode fugir, certamente este é o “mercado” que mais cresce entre as crianças, jovens e adolescentes e muitos são utilizados como soldados do tráfico e além de consumirem ainda recebem “salário” para cuidar da “boca!”, alguns, em bom número, sustentam as suas famílias com o resultado do seu “trabalho”. Isso se dá mais em comunidades carentes ou favelas situadas dentre os morros nas varias capitais e principais cidades brasileiras.

Santa Catarina, lamentavelmente é uma das lideres neste “setor” que deteriora a família e a vida de muitos catarinenses entre 12 e 22 anos, o crack é o maior responsável por todos estes danos, uma droga pesada que rapidamente destrói o sistema nervoso central e provoca convulsões e aos poucos leva a morte.

Infelizmente em Tijucas e por todo o Vale a situação não é diferente, pelo contrário é alarmante e crescente! Itajaí e o litoral catarinense são outros pontos de intensa atuação do tráfico de drogas.

Como reprimir? É uma das perguntas mais comuns entre as pessoas de bem, quer sejam, familiares de drogados, autoridades policiais, juristas ou educadores e a resposta unanime é: mais rigor na lei, concentrando a policia a destruir os núcleos de comando destas organizações criminosas onde proliferam o tráfico e os traficantes e prendendo os verdadeiros chefes do tráfico que estão entre “personalidades da mais alta sociedade e representatividade da vida pública e empresarial brasileira”, as chamadas “Celebridades do Tráfico”!

Esta seria a vertente punitiva, ou seja, cadeia por longo tempo para os “Coronéis do Trafico”, gerentes, encarregados e seus subalternos.

Paralelamente a isso outro caminho deve ser percorrido com dedicação, muito trabalho, paciência e urgência, a proliferação dos Centros Especializados em Recuperação de Drogados e Alcoólatras.

A criação ou ampliação de centros com esta finalidade e objetivo é premente por todo o Brasil e de forma prioritária em SC. Nestes locais além do programa de recuperação deve acontecer o preparo da reintegração do usuário a sociedade através de um processo de ressocialização amplo que passa pela recuperação de sua saúde psíquica e física e sua readequação aos conceitos sociais e as convenções previstas no inter-relacionamento pessoal e das comunidades.

Este é um assunto que requer soluções imediatas, mais que isso, urgentes! E obviamente deve ser prioridade nos planos de governo, a nível federal e estadual, que deve agir como principal fonte de projetos, recursos técnicos, logísticos, de pessoal especializado e investimentos financeiros.

Prender os grandes “comandantes”, pensadores, planejadores, organizadores e investidores do tráfico de drogas e os mega- traficantes é urgente e hiper necessário, porém tão urgente ou mais é cuidar de forma adequada e consciente do usuário, do doente consumidor de drogas e de álcool

Isso é um problema gravíssimo de saúde pública e deve ser tratado prioritariamente e com responsabilidade social.

domingo, 1 de agosto de 2010

Joelmir Beting merece o OSCAR!

O Viajante
 Joelmir Beting

Se beber não dirija. Nem governe.

Até aqui, em 40 meses de governo, o presidente Lula já cometeu 102 viagens

ao mundo. Ou mais de duas por mês, tal como semana sim, semana não. Sem

contar, ora pois, as até aqui, 283 viagens pelo Brasil...

Hoje, dia 15 de julho, ele completa 382 dias fora do país desde a posse. E pelo

Brasil, no mesmo período, 602 dias fora de Brasília.

Total da itinerância presidencial, caso único no mundo e na História: Exatos


984 dias fora do Palácio, em exatos 1.201 dias de presidência.

Equivale a 81,9% do seu mandato fora do seu gabinete. Esta é a defesa da

tese de que ele não sabia e nem sabe de nada do que acontece no Palácio do


Planalto.

Governar ou despachar, nem pensar.

A ordem é circular. A qualquer pretexto.

E sendo aqui deselegante, digo que o presidente não é (nem nunca foi)

chegado ao batente, ao despacho, ao expediente.

Jamais poderá mourejar no gabinete, dez horas por dia, um simpático

mandatário que tem na biografia o nunca ter se sentado à mesa nem para

estudar, que dirá para trabalhar.

SEM CONTAR AS DESPESAS:

FHC, EM 8 ANOS DE GOVERNO, GASTOU R$ 58 MILHÕES, CRITICADOS PELO PT.

LULA ATÉ AGORA, EM MENOS DE 7 ANOS, GASTOU R$ 584 MILHÕES! E SÓ AS IDENTIFICADAS PELA IMPRENSA

E o povão ainda aplaude e vota!

terça-feira, 27 de julho de 2010

Notas sobre Tijucas
Ricardo Martins

Sumiu!
Parece brincadeira de criança ou propaganda de remédio, mas não é! Segundo a vereadora Lialda Lemos (PSDB) "sumiu" a documentação ainda a ser analisada pela CPI da Arbitragem, instaurada em Tijucas, depois de tapas e beijos.

Diante das idas e vindas, vai não vai, enfim, poucos acreditam em resultados claros, eficazes e esclarecedores desta CPI, a maioria reafirma que uma grande pizzaria foi instalada na Câmara de Vereadores de Tijucas de onde recentemente segundo ainda a vereadora Lialda Lemos, foi surrupiada a "massa e o tempero", pois então!

Educação
Preocupante, no mínimo, os resultados do IDEB e ENEM em relação a Tijucas e seu formato educacional.

E parece que a repercussão a respeito foi nenhuma, no caso do CNEC apenas uma entrevista superficial em jornal semanal da cidade e quanto ao município apenas supostas noticias dando contas que o prefeito Elmis não teria aceitado a demissão de Márcia Maurício, ainda secretária municipal de educação.

Muito pouco não? Seria interessante esclarecer quais ações foram direcionadas a fim de resolver a questão ou minimizar seus resultados em futuro próximo, qual a estratégia e o planejamento para este fim. Educação na escola e afins é coisa séria!

Marca Registrada
Todas as vezes que passo pela quase "Concha Acústica" de Tijucas, que mais parece aquelas "lixeirinhas" de pia de cozinha, isso me remete ao símbolo da incompetência e do fazer apenas por fazer que em muito identificam administrações municipais pelo Brasil a fora!

Está ali! Marca registrada de uma triste e lamentável simbologia!
Oposição! Vai ou não vai?
Ricardo Martins

Já alguns representantes da Oposição em Tijucas não acreditam em reverter à situação existente no município, segundo eles o PMDB deve continuar mandando em Tijucas nos próximos 04 anos, a partir de 2013.

Esta afirmação se fundamenta diante do não surgimento de nomes fortes e com perfil adequado para ser candidato e que pudesse vir a unir os partidos oposicionistas, além da falta de planejamento e de organização com este objetivo. Tem se perdido muito tempo com conversas vazias e nada se construiu, na verdade, chegou a afirmar um dos importantes representantes da oposição na cidade.

O tempo urge e a fila anda na real a descrença é grande! Ponto para o PMDB, pelo menos sob o ponto de vista destes oposicionistas!
Esperto!
Ricardo Martins

Diante do declarado apoio do prefeito Elmis Mannrich aos vereadores do PMDB, possíveis candidatos a Prefeitura de Tijucas em 2012, como fica a posição de Márcio Rosa, presidente do partido no município e que se diz candidatíssimo a Prefeito de Tijucas nas eleições de 2012?

Tem gente que acredita e até aposta que é jogo de cena do Prefeito Elmis, este usando de sua habilidade e experiência política junto aos vereadores estaria apenas estimulando decisões favoráveis dos edis as ações do interesse da administração municipal e na hora H vai mesmo é de Márcio Rosa. Quem viver verá!
CDL Clube dos Diretores Lojistas
Ricardo Martins

No mínimo interessante, para não dizer incoerente, a declaração de Állex Bastos, presidente do CDL de Tijucas, em jornal local, quanto à prática de liquidação no comércio, ao mesmo tempo em que a condena, “quando fora de época” (?), diz que vai organizar NOVAMENTE o “Liquida Tijucas”, que na real, a nada leva.

O comércio local, que a cada dia faz mais vitimas, fechando uma série de lojas no centro da Cidade carece de ações mais adequadas e de um projeto amplo que venha a estimular o consumo de quem pode gastar aqui em Tijucas, em sua própria cidade.

Liquidação, promoções com descontos, enfim, se faz o ano inteiro e em linhas gerais não serve para nada, pouco ou quase nada acrescenta.

É indispensável implementar um programa que estimule as compras dos tijuquenses no comércio de Tijucas.

O resto é balela! O problema é muito discurso e pouca ação!

domingo, 4 de julho de 2010

Figuras Estranhas ao Futebol

Ricardo Martins

Futebol, o esporte bretão, das multidões, apaixonante, emocionante e sempre surpreendente, dentro de campo!

Nos últimos anos, porém, surpreendentemente, tem promovido a ascensão de figuras totalmente estranhas ao esporte. Há cerca de 30/40 anos, quem freqüentava o campo de futebol era apenas um torcedor apaixonado e disciplinado, um desportista. Não era arruaceiro, nem violento, muito menos possuía espírito destruidor, seu objetivo era apenas torcer pelo seu clube, falar e vibrar por sua paixão!

Lamentavelmente, isso mudou! Nos dias de hoje o que se vê são pessoas agressivas e totalmente fora do contexto esportivo. Violentas e covardes. Vão aos campos de futebol para provocar e agredir, destruindo a beleza do espetáculo. Muitas vezes fazendo vitimas fatais ou com seqüelas permanentes. Este tipo de ”torcedor” nocivo e desagregador é uma figura totalmente estranha ao futebol e ao saudável ambiente esportivo.

No passado existia o “procurador do atleta”, era aquele que defendia os interesses dos jogadores junto aos clubes, normalmente era um parente, o pai, tio, cunhado ou o melhor amigo, enfim, alguém de confiança do atleta. Era quem discutia contratos novos e renovações, condições de trabalho, uma série de situações que envolviam a relação clube e jogador. Com o passar dos tempos, surgiu à figura do “empresário“, um intermediário na relação de compra e vende dos atletas de futebol e de outros esportistas, muitos destes ainda meninos.

São os empresários quem estabelecem os valores e preços pagos por quem compra o “passe” dos referidos atletas. Valores estes, normalmente estratosféricos e completamente fora da realidade, porém como muitos são os que ganham com estas transações, dentre eles, diretores de clube, de federações ou confederações, profissionais de imprensa, olheiros e “indicadores”. Um infindável numero de pessoas. Na realidade hoje, proporcionalmente, quem menos ganha é o atleta.

Este “empresário” também pode ser considerado uma figura estranha ao futebol e ao esporte em geral.

Ainda tempos atrás, eram os “sócios” dos clubes, também empresários, em diversos setores da sociedade, que apoiavam a associação social e esportiva do seu coração, contribuindo para que nada faltasse aos atletas e ao próprio clube. Eles emprestavam dinheiro para a compra de jogadores, renovação de contratos e até mesmo para a construção de estádios.

Hoje existem os “patrocinadores”, aqueles empresários ou empresas, também chamados de investidores, que vêem o clube como um negócio e desta forma investem somas fabulosas com o objetivo de lucrar, como em outro negocio qualquer. Muitos inclusive se consideram “donos” do clube, interferindo diretamente na administração deste ou no departamento de futebol e até mesmo no time. Vivem pressionando o técnico para escalar este ou aquele atleta. No caso da Seleção interferem na convocação de atletas e outras situações. Certamente mais uma figura estranha ao meio futebolístico e ao desporto em geral.

Hoje é comum ocorrer um duplo comando nos clubes e até nas seleções refletindo em elencos “rachados” por força desta divisão nas diretorias. Esta situação devastadora é motivada pela presença de patrocinadores ou “parceiros” com outros interesses, que intervém, palpitam, querendo mexer em tudo e acabando por promover a discórdia e o aparecimento de maus resultados.

Isso tudo é muito ruim, para todos os envolvidos principalmente para o coração dos apaixonados torcedores.

É fácil enumerar outras “figuras estranhas” que habitam o “Planeta Bola”, por exemplo: uma série infindável de técnicos ou terapeutas, especialistas em alguma “ciência” fantástica e mirabolante e que por gordos salários prestam serviços aos clubes e as entidades ligadas ao esporte. Isso sem esquecer a grande maioria de “magnânimos, decentes e éticos”, dirigentes de entidades ligadas ao futebol e outros esportes. Os verdadeiros “culpados” por invenções tipo: direito de arena, exploração da imagem, participação em contratos de risco, enfim! Evidentemente as invenções visam $$$ ou vantagens próprias e diretas.

Com certeza, o poder exacerbado do dinheiro, as negociatas, acordos e até mesmo venda de resultados acabou atraindo “figurinhas” minúsculas em espírito, que em nada contribuíram com o esporte, apenas trouxeram problemas, polemicas ou acrescentaram atitudes pouco recomendáveis e com reflexos negativos dentro de campo e no cotidiano dos clubes e seleções brasileiras.

As figuras expostas acima são todas, estranhas, supérfluas e nocivas, portanto são desnecessárias e devem se banidas para sempre da cena esportiva do Brasil!

terça-feira, 29 de junho de 2010

O SER POLÌTICO E SER POLÍTICO!

Ricardo Martins

Há muitos anos um mestre e bom amigo disse-me: “Talvez por ser jovem, você é sincero e objetivo demais, procure ser mais hábil, mais político, no trato das coisas e das pessoas! Ele não estava a me dizer: tens que fazer média com alguém, dizia apenas ”tenha jogo de cintura”, como se diz popularmente.

Demorou prá cair à ficha, como se diz hoje em dia, apenas algum tempo depois é que fui entender o que meu amigo queria dizer.

O jovem tem na sua arrogância a sinceridade, a objetividade e uma suposta independência e faz disso a base de suas atitudes e isso o leva a bater de frente com muita gente. E isso ocorre, mais freqüentemente, no ambiente de trabalho, notadamente quando alguém se auto avalia um profissional competente e experiente, apesar de jovem. Com 20 anos é comum considerarmo-nos os donos da razão. E a época dos conselhos do meu Mestre eu já atuava, como executivo, na Editora Abril, uma das maiores empresas do Brasil e do Mundo.

Como disse antes, resistindo um pouco, demorei a entender as palavras ditas em forma de orientação e conselho. Ser mais político sugeria apenas ser mais hábil, dar um jeitinho, contornar as situações, ampliar e compor melhor o discurso, porém sem se vender ou negociar. Segundo meu amigo não havia necessidade disso. Era, porém indispensável e prudente, historiar melhor as coisas, se por escrito, principalmente, explicando mais claramente e detalhadamente, o que gostaríamos de dizer, sem perder a objetividade e a sinceridade. Para ele, aquele meu amigo, era possível praticar política ou ser político sendo honesto, ético, ter caráter e personalidade e ao mesmo tempo ser hábil e bom negociador. Certamente, eram outros tempos!

A Vida seguiu em frente, sofrendo transformações profundas e o Tempo, este também seguia em alta velocidade e não podia ser diferente. Algo, porém sempre me chamou atenção a dificuldade do ser humano em lidar com o poder ou com o dinheiro. Como isso fazia e ainda agora faz mal as pessoas! Muitos a quem respeitava e admirava perderam o valor ou deixaram de representar algo para mim, por conta disso!

E com a sucessão dos anos isso foi se alastrando como uma doença contaminando a milhões de pessoas. E o ser político a quem meu mestre e amigo se referiu, em outros tempos, transformava-se, lamentavelmente e de forma nociva em um predador do bom caráter e da dignidade, em alguém que vislumbra e convive apenas e tão somente com o interesse próprio participado intensamente de acordos e negociatas. Estas são as suas prioridades, estão acima do bem comum e das coisas que são indispensáveis e necessárias as comunidades e aos cidadãos. Jamais abrem mão de seus interesses, desejos e objetivos.

Quando em campanha sobem aos palanques, visitam particularmente as pessoas e prometem publicamente trabalhar pelo povo e para o povo. E o que se vê, posteriormente, já eleitos, é exatamente o contrário, a execrável pratica da política do privilégio, do mais rico e poderoso. E ao povo nada, absolutamente nada.

Evidente que no passado já existia o político de má qualidade ou má índole, subjugado ao poder e ao dinheiro, isso ocorre desde os tempos, porém, nos últimos anos, a incidência é maior e mais significativa, passou a ser algo comum, está incluído no cotidiano, perto demais das pessoas. E isso é inaceitável! Como todo mal deve ser tratado e erradicado!

É hora de mudar! Cabe a todas as pessoas de bem e principalmente ao jovem brasileiro, esclarecido e atuante, resgatar o político digno que venha a exercitar e praticar em sua forma saudável a boa política, discutindo com inteligência e habilidade o que interessa efetivamente ao planeta, as nações, aos povos e as pessoas.

E que este cidadão, se torne alguém sério, responsável, correto, determinado e comprometido com as questões de interesse do seu eleitor e de sua gente, alguém simples e preparado, que não se deixe iludir ou se envolver pelo poder e pelo dinheiro fácil, uma pessoa comum que deseje apenas ser um político decente trabalhando e compartilhando com os seus irmãos.

sábado, 12 de junho de 2010

Na Política: Vencer a qualquer preço? Será?


Ricardo Martins

Muitos fazem o jogo político com este objetivo: vencer a qualquer preço! Não importa se para isso será necessário desestabilizar alguém, pessoalmente, ou algum projeto político partidário, o que importa é vencer.

Ameaçar, comprar, subornar, corromper, chantagear, enfim, qualquer prática suja justifica os meios utilizados para que o objetivo final venha a ser alcançado, a vitória. Não importa se alguém vai se comprometer ou se alguém vai perder o emprego, uma relação de confiança ou até mesmo a família. Vencer! Fazer a maioria, não importa de que forma.

Infiltração, espionagem, sabotagem, informações falsas, dossiês comprometedores, a ordem é passar por cima das pessoas e de valores morais, tudo se justifica, “estamos dispostos a ir às últimas conseqüências”, afirmam aqueles que são movidos por este combustível e essa determinação.

Isso não é fazer política, isso é prática de guerrilha, é puro terrorismo, é ato inconseqüente e irresponsável, merece cadeia e por muito tempo.

Fazer política é jogar com inteligência, brigando com argumentos, discutindo fatos, carências ou necessidades, é apresentar soluções e alternativas para a melhoria e desenvolvimento de sua cidade, estado ou país, preservando a aprimorando a situação que envolve a qualidade de vida do seu povo. Isso é fazer política decente, ética e transparente. E ao final, após a contagem dos votos, que a vitória venha coroar uma campanha ética, positiva e saudável, onde o respeito entre os adversários tenha sido a marca a se destacar neste embate. Isso dignifica a prática política e aqueles que nela estão envolvidos.

É isso que o eleitor deve observar e na hora de definir seu voto fazê-lo de forma a considerar a atitude, a postura e principalmente o caráter dos candidatos. Deve observar também quem está à volta destes candidatos, com quem este se relaciona, se está cercado de gente de boa índole, quem são seus assessores e colaboradores.

O eleitor deve avaliar, seriamente e de forma responsável, qual a melhor proposta ou programa de governo e se o plano de desenvolvimento daquele candidato é o melhor para o seu país, para o povo em geral.

É importante identificar quem realmente se preocupa com você que é contribuinte, mas é prioritariamente, é cidadão e merece atenção e respeito.

domingo, 6 de junho de 2010

Reeleição no Brasil!

Positivo ou não?

Ricardo Martins

Existem alguns itens componentes da atual Lei Eleitoral Brasileira com os quais discordo frontalmente: Reeleição, Coligações e o peso e a influência das legendas partidárias quando da soma de votos dos candidatos, ou seja, entendo que o mandado para o político eleito deveria ser no máximo de 05 anos, que cada partido concorra com o seu potencial individual, sem outras composições partidárias e que o candidato mais votado seja o eleito e fim.

Se estivéssemos em um país culturalmente e politicamente mais preparado até que a reeleição poderia ser algo positivo, mas no Brasil dos conchavos, da pouca vergonha e das negociatas políticas, sou completamente contra.

Minha posição não é gratuita, sou contra e ponto, certamente que não! Querem ver? Não me lembro de nenhum 2º. Mandato que tenha sido melhor que o primeiro, pelo menos nestes últimos 30/40 anos. Evidente que as pessoas mudaram, os políticos também, idem a prática política, para pior obviamente, e de forma lamentável. Tudo e todos, ou quase, se tornaram mais venais, corrompidos e escancaradamente comprometidos apenas com seus interesses ou de seus partidos e parceiros políticos.

Com sinceridade, qual é o município ou estado que evoluiu no 2º mandato dos seus governantes? Poucos ou bem poucos.

Normalmente no 1º. Mandato, via condutora à reeleição, tudo é muito mais dinâmico, presente e realizador. Já no 2º isso é muito difícil!

O que é comum ocorrer no 2º mandato e por conta de novas eleições é o maior uso da máquina e do dinheiro público, o que no caso é algo irremediavelmente negativo.

Esta é outra situação que discordo, a realização de eleições de dois em dois anos. Entendo que não deveria ser assim, penso que todas no mesmo ano e para todos os níveis, municipais, estaduais e para o Governo Federal seria mais adequado e econômico.

É fácil constatar que a Lei Eleitoral existente hoje no Brasil, atende a interesses da classe política que não presta e que quer se perpetuar no Poder a qualquer custo e para isso não hesita em usar todos os recursos disponíveis, principalmente, os advindos do bolso do contribuinte, para obter êxito nos seus objetivos. E mais, obviamente, “eles” não têm interesse em modificar a Lei ou a estimular qualquer ação consistente em direção a isso.

Por tudo isso reformar para valer a Lei Eleitoral brasileira, a meu ver, é de fundamental importância e, sob todos os aspectos, indispensável ação a fim de corrigir pontos de interesses de poucos em detrimento de muitos, quando deve ser exatamente o contrário.

Temos que ter regras claras e justas a fim de estabelecer critérios sérios e responsáveis visando o bem estar do povo e principalmente facilitar a escolha coerente do eleitor. Agora, conseguir isso sem o envolvimento direto da sociedade organizada é muito difícil!