Esperto!
Ricardo Martins
Diante do declarado apoio do prefeito Elmis Mannrich aos vereadores do PMDB, possíveis candidatos a Prefeitura de Tijucas em 2012, como fica a posição de Márcio Rosa, presidente do partido no município e que se diz candidatíssimo a Prefeito de Tijucas nas eleições de 2012?
Tem gente que acredita e até aposta que é jogo de cena do Prefeito Elmis, este usando de sua habilidade e experiência política junto aos vereadores estaria apenas estimulando decisões favoráveis dos edis as ações do interesse da administração municipal e na hora H vai mesmo é de Márcio Rosa. Quem viver verá!
terça-feira, 27 de julho de 2010
CDL Clube dos Diretores Lojistas
Ricardo Martins
No mínimo interessante, para não dizer incoerente, a declaração de Állex Bastos, presidente do CDL de Tijucas, em jornal local, quanto à prática de liquidação no comércio, ao mesmo tempo em que a condena, “quando fora de época” (?), diz que vai organizar NOVAMENTE o “Liquida Tijucas”, que na real, a nada leva.
O comércio local, que a cada dia faz mais vitimas, fechando uma série de lojas no centro da Cidade carece de ações mais adequadas e de um projeto amplo que venha a estimular o consumo de quem pode gastar aqui em Tijucas, em sua própria cidade.
Liquidação, promoções com descontos, enfim, se faz o ano inteiro e em linhas gerais não serve para nada, pouco ou quase nada acrescenta.
É indispensável implementar um programa que estimule as compras dos tijuquenses no comércio de Tijucas.
O resto é balela! O problema é muito discurso e pouca ação!
Ricardo Martins
No mínimo interessante, para não dizer incoerente, a declaração de Állex Bastos, presidente do CDL de Tijucas, em jornal local, quanto à prática de liquidação no comércio, ao mesmo tempo em que a condena, “quando fora de época” (?), diz que vai organizar NOVAMENTE o “Liquida Tijucas”, que na real, a nada leva.
O comércio local, que a cada dia faz mais vitimas, fechando uma série de lojas no centro da Cidade carece de ações mais adequadas e de um projeto amplo que venha a estimular o consumo de quem pode gastar aqui em Tijucas, em sua própria cidade.
Liquidação, promoções com descontos, enfim, se faz o ano inteiro e em linhas gerais não serve para nada, pouco ou quase nada acrescenta.
É indispensável implementar um programa que estimule as compras dos tijuquenses no comércio de Tijucas.
O resto é balela! O problema é muito discurso e pouca ação!
domingo, 4 de julho de 2010
Figuras Estranhas ao Futebol
Ricardo Martins
Futebol, o esporte bretão, das multidões, apaixonante, emocionante e sempre surpreendente, dentro de campo!
Nos últimos anos, porém, surpreendentemente, tem promovido a ascensão de figuras totalmente estranhas ao esporte. Há cerca de 30/40 anos, quem freqüentava o campo de futebol era apenas um torcedor apaixonado e disciplinado, um desportista. Não era arruaceiro, nem violento, muito menos possuía espírito destruidor, seu objetivo era apenas torcer pelo seu clube, falar e vibrar por sua paixão!
Lamentavelmente, isso mudou! Nos dias de hoje o que se vê são pessoas agressivas e totalmente fora do contexto esportivo. Violentas e covardes. Vão aos campos de futebol para provocar e agredir, destruindo a beleza do espetáculo. Muitas vezes fazendo vitimas fatais ou com seqüelas permanentes. Este tipo de ”torcedor” nocivo e desagregador é uma figura totalmente estranha ao futebol e ao saudável ambiente esportivo.
No passado existia o “procurador do atleta”, era aquele que defendia os interesses dos jogadores junto aos clubes, normalmente era um parente, o pai, tio, cunhado ou o melhor amigo, enfim, alguém de confiança do atleta. Era quem discutia contratos novos e renovações, condições de trabalho, uma série de situações que envolviam a relação clube e jogador. Com o passar dos tempos, surgiu à figura do “empresário“, um intermediário na relação de compra e vende dos atletas de futebol e de outros esportistas, muitos destes ainda meninos.
São os empresários quem estabelecem os valores e preços pagos por quem compra o “passe” dos referidos atletas. Valores estes, normalmente estratosféricos e completamente fora da realidade, porém como muitos são os que ganham com estas transações, dentre eles, diretores de clube, de federações ou confederações, profissionais de imprensa, olheiros e “indicadores”. Um infindável numero de pessoas. Na realidade hoje, proporcionalmente, quem menos ganha é o atleta.
Este “empresário” também pode ser considerado uma figura estranha ao futebol e ao esporte em geral.
Ainda tempos atrás, eram os “sócios” dos clubes, também empresários, em diversos setores da sociedade, que apoiavam a associação social e esportiva do seu coração, contribuindo para que nada faltasse aos atletas e ao próprio clube. Eles emprestavam dinheiro para a compra de jogadores, renovação de contratos e até mesmo para a construção de estádios.
Hoje existem os “patrocinadores”, aqueles empresários ou empresas, também chamados de investidores, que vêem o clube como um negócio e desta forma investem somas fabulosas com o objetivo de lucrar, como em outro negocio qualquer. Muitos inclusive se consideram “donos” do clube, interferindo diretamente na administração deste ou no departamento de futebol e até mesmo no time. Vivem pressionando o técnico para escalar este ou aquele atleta. No caso da Seleção interferem na convocação de atletas e outras situações. Certamente mais uma figura estranha ao meio futebolístico e ao desporto em geral.
Hoje é comum ocorrer um duplo comando nos clubes e até nas seleções refletindo em elencos “rachados” por força desta divisão nas diretorias. Esta situação devastadora é motivada pela presença de patrocinadores ou “parceiros” com outros interesses, que intervém, palpitam, querendo mexer em tudo e acabando por promover a discórdia e o aparecimento de maus resultados.
Isso tudo é muito ruim, para todos os envolvidos principalmente para o coração dos apaixonados torcedores.
É fácil enumerar outras “figuras estranhas” que habitam o “Planeta Bola”, por exemplo: uma série infindável de técnicos ou terapeutas, especialistas em alguma “ciência” fantástica e mirabolante e que por gordos salários prestam serviços aos clubes e as entidades ligadas ao esporte. Isso sem esquecer a grande maioria de “magnânimos, decentes e éticos”, dirigentes de entidades ligadas ao futebol e outros esportes. Os verdadeiros “culpados” por invenções tipo: direito de arena, exploração da imagem, participação em contratos de risco, enfim! Evidentemente as invenções visam $$$ ou vantagens próprias e diretas.
Com certeza, o poder exacerbado do dinheiro, as negociatas, acordos e até mesmo venda de resultados acabou atraindo “figurinhas” minúsculas em espírito, que em nada contribuíram com o esporte, apenas trouxeram problemas, polemicas ou acrescentaram atitudes pouco recomendáveis e com reflexos negativos dentro de campo e no cotidiano dos clubes e seleções brasileiras.
As figuras expostas acima são todas, estranhas, supérfluas e nocivas, portanto são desnecessárias e devem se banidas para sempre da cena esportiva do Brasil!
Ricardo Martins
Futebol, o esporte bretão, das multidões, apaixonante, emocionante e sempre surpreendente, dentro de campo!
Nos últimos anos, porém, surpreendentemente, tem promovido a ascensão de figuras totalmente estranhas ao esporte. Há cerca de 30/40 anos, quem freqüentava o campo de futebol era apenas um torcedor apaixonado e disciplinado, um desportista. Não era arruaceiro, nem violento, muito menos possuía espírito destruidor, seu objetivo era apenas torcer pelo seu clube, falar e vibrar por sua paixão!
Lamentavelmente, isso mudou! Nos dias de hoje o que se vê são pessoas agressivas e totalmente fora do contexto esportivo. Violentas e covardes. Vão aos campos de futebol para provocar e agredir, destruindo a beleza do espetáculo. Muitas vezes fazendo vitimas fatais ou com seqüelas permanentes. Este tipo de ”torcedor” nocivo e desagregador é uma figura totalmente estranha ao futebol e ao saudável ambiente esportivo.
No passado existia o “procurador do atleta”, era aquele que defendia os interesses dos jogadores junto aos clubes, normalmente era um parente, o pai, tio, cunhado ou o melhor amigo, enfim, alguém de confiança do atleta. Era quem discutia contratos novos e renovações, condições de trabalho, uma série de situações que envolviam a relação clube e jogador. Com o passar dos tempos, surgiu à figura do “empresário“, um intermediário na relação de compra e vende dos atletas de futebol e de outros esportistas, muitos destes ainda meninos.
São os empresários quem estabelecem os valores e preços pagos por quem compra o “passe” dos referidos atletas. Valores estes, normalmente estratosféricos e completamente fora da realidade, porém como muitos são os que ganham com estas transações, dentre eles, diretores de clube, de federações ou confederações, profissionais de imprensa, olheiros e “indicadores”. Um infindável numero de pessoas. Na realidade hoje, proporcionalmente, quem menos ganha é o atleta.
Este “empresário” também pode ser considerado uma figura estranha ao futebol e ao esporte em geral.
Ainda tempos atrás, eram os “sócios” dos clubes, também empresários, em diversos setores da sociedade, que apoiavam a associação social e esportiva do seu coração, contribuindo para que nada faltasse aos atletas e ao próprio clube. Eles emprestavam dinheiro para a compra de jogadores, renovação de contratos e até mesmo para a construção de estádios.
Hoje existem os “patrocinadores”, aqueles empresários ou empresas, também chamados de investidores, que vêem o clube como um negócio e desta forma investem somas fabulosas com o objetivo de lucrar, como em outro negocio qualquer. Muitos inclusive se consideram “donos” do clube, interferindo diretamente na administração deste ou no departamento de futebol e até mesmo no time. Vivem pressionando o técnico para escalar este ou aquele atleta. No caso da Seleção interferem na convocação de atletas e outras situações. Certamente mais uma figura estranha ao meio futebolístico e ao desporto em geral.
Hoje é comum ocorrer um duplo comando nos clubes e até nas seleções refletindo em elencos “rachados” por força desta divisão nas diretorias. Esta situação devastadora é motivada pela presença de patrocinadores ou “parceiros” com outros interesses, que intervém, palpitam, querendo mexer em tudo e acabando por promover a discórdia e o aparecimento de maus resultados.
Isso tudo é muito ruim, para todos os envolvidos principalmente para o coração dos apaixonados torcedores.
É fácil enumerar outras “figuras estranhas” que habitam o “Planeta Bola”, por exemplo: uma série infindável de técnicos ou terapeutas, especialistas em alguma “ciência” fantástica e mirabolante e que por gordos salários prestam serviços aos clubes e as entidades ligadas ao esporte. Isso sem esquecer a grande maioria de “magnânimos, decentes e éticos”, dirigentes de entidades ligadas ao futebol e outros esportes. Os verdadeiros “culpados” por invenções tipo: direito de arena, exploração da imagem, participação em contratos de risco, enfim! Evidentemente as invenções visam $$$ ou vantagens próprias e diretas.
Com certeza, o poder exacerbado do dinheiro, as negociatas, acordos e até mesmo venda de resultados acabou atraindo “figurinhas” minúsculas em espírito, que em nada contribuíram com o esporte, apenas trouxeram problemas, polemicas ou acrescentaram atitudes pouco recomendáveis e com reflexos negativos dentro de campo e no cotidiano dos clubes e seleções brasileiras.
As figuras expostas acima são todas, estranhas, supérfluas e nocivas, portanto são desnecessárias e devem se banidas para sempre da cena esportiva do Brasil!
terça-feira, 29 de junho de 2010
O SER POLÌTICO E SER POLÍTICO!
Ricardo Martins
Há muitos anos um mestre e bom amigo disse-me: “Talvez por ser jovem, você é sincero e objetivo demais, procure ser mais hábil, mais político, no trato das coisas e das pessoas! Ele não estava a me dizer: tens que fazer média com alguém, dizia apenas ”tenha jogo de cintura”, como se diz popularmente.
Demorou prá cair à ficha, como se diz hoje em dia, apenas algum tempo depois é que fui entender o que meu amigo queria dizer.
O jovem tem na sua arrogância a sinceridade, a objetividade e uma suposta independência e faz disso a base de suas atitudes e isso o leva a bater de frente com muita gente. E isso ocorre, mais freqüentemente, no ambiente de trabalho, notadamente quando alguém se auto avalia um profissional competente e experiente, apesar de jovem. Com 20 anos é comum considerarmo-nos os donos da razão. E a época dos conselhos do meu Mestre eu já atuava, como executivo, na Editora Abril, uma das maiores empresas do Brasil e do Mundo.
Como disse antes, resistindo um pouco, demorei a entender as palavras ditas em forma de orientação e conselho. Ser mais político sugeria apenas ser mais hábil, dar um jeitinho, contornar as situações, ampliar e compor melhor o discurso, porém sem se vender ou negociar. Segundo meu amigo não havia necessidade disso. Era, porém indispensável e prudente, historiar melhor as coisas, se por escrito, principalmente, explicando mais claramente e detalhadamente, o que gostaríamos de dizer, sem perder a objetividade e a sinceridade. Para ele, aquele meu amigo, era possível praticar política ou ser político sendo honesto, ético, ter caráter e personalidade e ao mesmo tempo ser hábil e bom negociador. Certamente, eram outros tempos!
A Vida seguiu em frente, sofrendo transformações profundas e o Tempo, este também seguia em alta velocidade e não podia ser diferente. Algo, porém sempre me chamou atenção a dificuldade do ser humano em lidar com o poder ou com o dinheiro. Como isso fazia e ainda agora faz mal as pessoas! Muitos a quem respeitava e admirava perderam o valor ou deixaram de representar algo para mim, por conta disso!
E com a sucessão dos anos isso foi se alastrando como uma doença contaminando a milhões de pessoas. E o ser político a quem meu mestre e amigo se referiu, em outros tempos, transformava-se, lamentavelmente e de forma nociva em um predador do bom caráter e da dignidade, em alguém que vislumbra e convive apenas e tão somente com o interesse próprio participado intensamente de acordos e negociatas. Estas são as suas prioridades, estão acima do bem comum e das coisas que são indispensáveis e necessárias as comunidades e aos cidadãos. Jamais abrem mão de seus interesses, desejos e objetivos.
Quando em campanha sobem aos palanques, visitam particularmente as pessoas e prometem publicamente trabalhar pelo povo e para o povo. E o que se vê, posteriormente, já eleitos, é exatamente o contrário, a execrável pratica da política do privilégio, do mais rico e poderoso. E ao povo nada, absolutamente nada.
Evidente que no passado já existia o político de má qualidade ou má índole, subjugado ao poder e ao dinheiro, isso ocorre desde os tempos, porém, nos últimos anos, a incidência é maior e mais significativa, passou a ser algo comum, está incluído no cotidiano, perto demais das pessoas. E isso é inaceitável! Como todo mal deve ser tratado e erradicado!
É hora de mudar! Cabe a todas as pessoas de bem e principalmente ao jovem brasileiro, esclarecido e atuante, resgatar o político digno que venha a exercitar e praticar em sua forma saudável a boa política, discutindo com inteligência e habilidade o que interessa efetivamente ao planeta, as nações, aos povos e as pessoas.
E que este cidadão, se torne alguém sério, responsável, correto, determinado e comprometido com as questões de interesse do seu eleitor e de sua gente, alguém simples e preparado, que não se deixe iludir ou se envolver pelo poder e pelo dinheiro fácil, uma pessoa comum que deseje apenas ser um político decente trabalhando e compartilhando com os seus irmãos.
Ricardo Martins
Há muitos anos um mestre e bom amigo disse-me: “Talvez por ser jovem, você é sincero e objetivo demais, procure ser mais hábil, mais político, no trato das coisas e das pessoas! Ele não estava a me dizer: tens que fazer média com alguém, dizia apenas ”tenha jogo de cintura”, como se diz popularmente.
Demorou prá cair à ficha, como se diz hoje em dia, apenas algum tempo depois é que fui entender o que meu amigo queria dizer.
O jovem tem na sua arrogância a sinceridade, a objetividade e uma suposta independência e faz disso a base de suas atitudes e isso o leva a bater de frente com muita gente. E isso ocorre, mais freqüentemente, no ambiente de trabalho, notadamente quando alguém se auto avalia um profissional competente e experiente, apesar de jovem. Com 20 anos é comum considerarmo-nos os donos da razão. E a época dos conselhos do meu Mestre eu já atuava, como executivo, na Editora Abril, uma das maiores empresas do Brasil e do Mundo.
Como disse antes, resistindo um pouco, demorei a entender as palavras ditas em forma de orientação e conselho. Ser mais político sugeria apenas ser mais hábil, dar um jeitinho, contornar as situações, ampliar e compor melhor o discurso, porém sem se vender ou negociar. Segundo meu amigo não havia necessidade disso. Era, porém indispensável e prudente, historiar melhor as coisas, se por escrito, principalmente, explicando mais claramente e detalhadamente, o que gostaríamos de dizer, sem perder a objetividade e a sinceridade. Para ele, aquele meu amigo, era possível praticar política ou ser político sendo honesto, ético, ter caráter e personalidade e ao mesmo tempo ser hábil e bom negociador. Certamente, eram outros tempos!
A Vida seguiu em frente, sofrendo transformações profundas e o Tempo, este também seguia em alta velocidade e não podia ser diferente. Algo, porém sempre me chamou atenção a dificuldade do ser humano em lidar com o poder ou com o dinheiro. Como isso fazia e ainda agora faz mal as pessoas! Muitos a quem respeitava e admirava perderam o valor ou deixaram de representar algo para mim, por conta disso!
E com a sucessão dos anos isso foi se alastrando como uma doença contaminando a milhões de pessoas. E o ser político a quem meu mestre e amigo se referiu, em outros tempos, transformava-se, lamentavelmente e de forma nociva em um predador do bom caráter e da dignidade, em alguém que vislumbra e convive apenas e tão somente com o interesse próprio participado intensamente de acordos e negociatas. Estas são as suas prioridades, estão acima do bem comum e das coisas que são indispensáveis e necessárias as comunidades e aos cidadãos. Jamais abrem mão de seus interesses, desejos e objetivos.
Quando em campanha sobem aos palanques, visitam particularmente as pessoas e prometem publicamente trabalhar pelo povo e para o povo. E o que se vê, posteriormente, já eleitos, é exatamente o contrário, a execrável pratica da política do privilégio, do mais rico e poderoso. E ao povo nada, absolutamente nada.
Evidente que no passado já existia o político de má qualidade ou má índole, subjugado ao poder e ao dinheiro, isso ocorre desde os tempos, porém, nos últimos anos, a incidência é maior e mais significativa, passou a ser algo comum, está incluído no cotidiano, perto demais das pessoas. E isso é inaceitável! Como todo mal deve ser tratado e erradicado!
É hora de mudar! Cabe a todas as pessoas de bem e principalmente ao jovem brasileiro, esclarecido e atuante, resgatar o político digno que venha a exercitar e praticar em sua forma saudável a boa política, discutindo com inteligência e habilidade o que interessa efetivamente ao planeta, as nações, aos povos e as pessoas.
E que este cidadão, se torne alguém sério, responsável, correto, determinado e comprometido com as questões de interesse do seu eleitor e de sua gente, alguém simples e preparado, que não se deixe iludir ou se envolver pelo poder e pelo dinheiro fácil, uma pessoa comum que deseje apenas ser um político decente trabalhando e compartilhando com os seus irmãos.
sábado, 12 de junho de 2010
Na Política: Vencer a qualquer preço? Será?
Ricardo Martins
Muitos fazem o jogo político com este objetivo: vencer a qualquer preço! Não importa se para isso será necessário desestabilizar alguém, pessoalmente, ou algum projeto político partidário, o que importa é vencer.
Ameaçar, comprar, subornar, corromper, chantagear, enfim, qualquer prática suja justifica os meios utilizados para que o objetivo final venha a ser alcançado, a vitória. Não importa se alguém vai se comprometer ou se alguém vai perder o emprego, uma relação de confiança ou até mesmo a família. Vencer! Fazer a maioria, não importa de que forma.
Infiltração, espionagem, sabotagem, informações falsas, dossiês comprometedores, a ordem é passar por cima das pessoas e de valores morais, tudo se justifica, “estamos dispostos a ir às últimas conseqüências”, afirmam aqueles que são movidos por este combustível e essa determinação.
Isso não é fazer política, isso é prática de guerrilha, é puro terrorismo, é ato inconseqüente e irresponsável, merece cadeia e por muito tempo.
Fazer política é jogar com inteligência, brigando com argumentos, discutindo fatos, carências ou necessidades, é apresentar soluções e alternativas para a melhoria e desenvolvimento de sua cidade, estado ou país, preservando a aprimorando a situação que envolve a qualidade de vida do seu povo. Isso é fazer política decente, ética e transparente. E ao final, após a contagem dos votos, que a vitória venha coroar uma campanha ética, positiva e saudável, onde o respeito entre os adversários tenha sido a marca a se destacar neste embate. Isso dignifica a prática política e aqueles que nela estão envolvidos.
É isso que o eleitor deve observar e na hora de definir seu voto fazê-lo de forma a considerar a atitude, a postura e principalmente o caráter dos candidatos. Deve observar também quem está à volta destes candidatos, com quem este se relaciona, se está cercado de gente de boa índole, quem são seus assessores e colaboradores.
O eleitor deve avaliar, seriamente e de forma responsável, qual a melhor proposta ou programa de governo e se o plano de desenvolvimento daquele candidato é o melhor para o seu país, para o povo em geral.
É importante identificar quem realmente se preocupa com você que é contribuinte, mas é prioritariamente, é cidadão e merece atenção e respeito.
Ricardo Martins
Muitos fazem o jogo político com este objetivo: vencer a qualquer preço! Não importa se para isso será necessário desestabilizar alguém, pessoalmente, ou algum projeto político partidário, o que importa é vencer.
Ameaçar, comprar, subornar, corromper, chantagear, enfim, qualquer prática suja justifica os meios utilizados para que o objetivo final venha a ser alcançado, a vitória. Não importa se alguém vai se comprometer ou se alguém vai perder o emprego, uma relação de confiança ou até mesmo a família. Vencer! Fazer a maioria, não importa de que forma.
Infiltração, espionagem, sabotagem, informações falsas, dossiês comprometedores, a ordem é passar por cima das pessoas e de valores morais, tudo se justifica, “estamos dispostos a ir às últimas conseqüências”, afirmam aqueles que são movidos por este combustível e essa determinação.
Isso não é fazer política, isso é prática de guerrilha, é puro terrorismo, é ato inconseqüente e irresponsável, merece cadeia e por muito tempo.
Fazer política é jogar com inteligência, brigando com argumentos, discutindo fatos, carências ou necessidades, é apresentar soluções e alternativas para a melhoria e desenvolvimento de sua cidade, estado ou país, preservando a aprimorando a situação que envolve a qualidade de vida do seu povo. Isso é fazer política decente, ética e transparente. E ao final, após a contagem dos votos, que a vitória venha coroar uma campanha ética, positiva e saudável, onde o respeito entre os adversários tenha sido a marca a se destacar neste embate. Isso dignifica a prática política e aqueles que nela estão envolvidos.
É isso que o eleitor deve observar e na hora de definir seu voto fazê-lo de forma a considerar a atitude, a postura e principalmente o caráter dos candidatos. Deve observar também quem está à volta destes candidatos, com quem este se relaciona, se está cercado de gente de boa índole, quem são seus assessores e colaboradores.
O eleitor deve avaliar, seriamente e de forma responsável, qual a melhor proposta ou programa de governo e se o plano de desenvolvimento daquele candidato é o melhor para o seu país, para o povo em geral.
É importante identificar quem realmente se preocupa com você que é contribuinte, mas é prioritariamente, é cidadão e merece atenção e respeito.
domingo, 6 de junho de 2010
Reeleição no Brasil!
Positivo ou não?
Ricardo Martins
Existem alguns itens componentes da atual Lei Eleitoral Brasileira com os quais discordo frontalmente: Reeleição, Coligações e o peso e a influência das legendas partidárias quando da soma de votos dos candidatos, ou seja, entendo que o mandado para o político eleito deveria ser no máximo de 05 anos, que cada partido concorra com o seu potencial individual, sem outras composições partidárias e que o candidato mais votado seja o eleito e fim.
Se estivéssemos em um país culturalmente e politicamente mais preparado até que a reeleição poderia ser algo positivo, mas no Brasil dos conchavos, da pouca vergonha e das negociatas políticas, sou completamente contra.
Minha posição não é gratuita, sou contra e ponto, certamente que não! Querem ver? Não me lembro de nenhum 2º. Mandato que tenha sido melhor que o primeiro, pelo menos nestes últimos 30/40 anos. Evidente que as pessoas mudaram, os políticos também, idem a prática política, para pior obviamente, e de forma lamentável. Tudo e todos, ou quase, se tornaram mais venais, corrompidos e escancaradamente comprometidos apenas com seus interesses ou de seus partidos e parceiros políticos.
Com sinceridade, qual é o município ou estado que evoluiu no 2º mandato dos seus governantes? Poucos ou bem poucos.
Normalmente no 1º. Mandato, via condutora à reeleição, tudo é muito mais dinâmico, presente e realizador. Já no 2º isso é muito difícil!
O que é comum ocorrer no 2º mandato e por conta de novas eleições é o maior uso da máquina e do dinheiro público, o que no caso é algo irremediavelmente negativo.
Esta é outra situação que discordo, a realização de eleições de dois em dois anos. Entendo que não deveria ser assim, penso que todas no mesmo ano e para todos os níveis, municipais, estaduais e para o Governo Federal seria mais adequado e econômico.
É fácil constatar que a Lei Eleitoral existente hoje no Brasil, atende a interesses da classe política que não presta e que quer se perpetuar no Poder a qualquer custo e para isso não hesita em usar todos os recursos disponíveis, principalmente, os advindos do bolso do contribuinte, para obter êxito nos seus objetivos. E mais, obviamente, “eles” não têm interesse em modificar a Lei ou a estimular qualquer ação consistente em direção a isso.
Por tudo isso reformar para valer a Lei Eleitoral brasileira, a meu ver, é de fundamental importância e, sob todos os aspectos, indispensável ação a fim de corrigir pontos de interesses de poucos em detrimento de muitos, quando deve ser exatamente o contrário.
Temos que ter regras claras e justas a fim de estabelecer critérios sérios e responsáveis visando o bem estar do povo e principalmente facilitar a escolha coerente do eleitor. Agora, conseguir isso sem o envolvimento direto da sociedade organizada é muito difícil!
Positivo ou não?
Ricardo Martins
Existem alguns itens componentes da atual Lei Eleitoral Brasileira com os quais discordo frontalmente: Reeleição, Coligações e o peso e a influência das legendas partidárias quando da soma de votos dos candidatos, ou seja, entendo que o mandado para o político eleito deveria ser no máximo de 05 anos, que cada partido concorra com o seu potencial individual, sem outras composições partidárias e que o candidato mais votado seja o eleito e fim.
Se estivéssemos em um país culturalmente e politicamente mais preparado até que a reeleição poderia ser algo positivo, mas no Brasil dos conchavos, da pouca vergonha e das negociatas políticas, sou completamente contra.
Minha posição não é gratuita, sou contra e ponto, certamente que não! Querem ver? Não me lembro de nenhum 2º. Mandato que tenha sido melhor que o primeiro, pelo menos nestes últimos 30/40 anos. Evidente que as pessoas mudaram, os políticos também, idem a prática política, para pior obviamente, e de forma lamentável. Tudo e todos, ou quase, se tornaram mais venais, corrompidos e escancaradamente comprometidos apenas com seus interesses ou de seus partidos e parceiros políticos.
Com sinceridade, qual é o município ou estado que evoluiu no 2º mandato dos seus governantes? Poucos ou bem poucos.
Normalmente no 1º. Mandato, via condutora à reeleição, tudo é muito mais dinâmico, presente e realizador. Já no 2º isso é muito difícil!
O que é comum ocorrer no 2º mandato e por conta de novas eleições é o maior uso da máquina e do dinheiro público, o que no caso é algo irremediavelmente negativo.
Esta é outra situação que discordo, a realização de eleições de dois em dois anos. Entendo que não deveria ser assim, penso que todas no mesmo ano e para todos os níveis, municipais, estaduais e para o Governo Federal seria mais adequado e econômico.
É fácil constatar que a Lei Eleitoral existente hoje no Brasil, atende a interesses da classe política que não presta e que quer se perpetuar no Poder a qualquer custo e para isso não hesita em usar todos os recursos disponíveis, principalmente, os advindos do bolso do contribuinte, para obter êxito nos seus objetivos. E mais, obviamente, “eles” não têm interesse em modificar a Lei ou a estimular qualquer ação consistente em direção a isso.
Por tudo isso reformar para valer a Lei Eleitoral brasileira, a meu ver, é de fundamental importância e, sob todos os aspectos, indispensável ação a fim de corrigir pontos de interesses de poucos em detrimento de muitos, quando deve ser exatamente o contrário.
Temos que ter regras claras e justas a fim de estabelecer critérios sérios e responsáveis visando o bem estar do povo e principalmente facilitar a escolha coerente do eleitor. Agora, conseguir isso sem o envolvimento direto da sociedade organizada é muito difícil!
terça-feira, 25 de maio de 2010
Municipalizar!
O Melhor Caminho!
Ricardo Martins
Vamos esquecer, por apenas alguns momentos, que a IMPUNIDADE é problema crucial do Brasil e deve ser combatida urgentemente e considerar, para fins de análise, os aspectos: administrativo, executivo e operacional da administração pública, com o objetivo de torná-la mais positiva, eficiente, eficaz e principalmente mais econômica.
Para isso, não existe outra saída, a meu ver, que não passe pela “municipalização”, ou seja, transferir para cada município brasileiro a responsabilidade da autogestão.
Evidente que para isso a Federação teria que tomar algumas medidas e enfrentamentos que possibilitassem tal proposta de adequação, por exemplo, reduzir a máquina administrativa em todo o país, de forma a reduzir custos efetivos, isso incluiria a racionalização, a níveis enxutos, do complexo denominado Congresso Nacional, em todos os sentidos, parlamentares, pessoal de apoio, funcionários e outras ações a fins, por todo o chamado serviço público, neste caso incluindo toda a estrutura do Governo. O propósito seria enxugar mesmo, de fato, a máquina pública federal. Isso aconteceria na mesma proporção, em todos os estados brasileiros.
Se for necessário informatizar de forma ampla e total o serviço público, através de programas ágeis, consistentes e pontuais, de forma que os resultados permitissem um gerenciamento altamente profissional.
Implementadas estas medidas, já seria possível transferir para os municípios o saldo das verbas/valores produzidas por tais ações. Certamente um valor assombrosamente substancioso.
Paralelamente outras medidas de fórum legislativo deveriam ser tomadas a fim de viabilizar o projeto, por exemplo, através de readequação e alteração do texto constitucional propor novo formato de distribuição dos tributos, impostos e taxas, hoje arrecadados pelo Governo Federal, de forma a transferir, percentual adequado, deste volume de dinheiro, para os municípios, evidente resguardada a proporcionalidade em razão da representatividade de cada um, o correspondente para São Paulo, capital, seria obviamente diferente do valor remetido ou transferido ao município de Visconde do Rio Branco, em MG.
É evidente que neste formado o município seria responsável por todo o chamado serviço público, incluindo infra - estrutura, serviços e operações. Estados e a Federação assumiriam a fiscalização, a supervisão e o papel de conselheiros e gestores técnicos dos municípios, além de tratarem dos assuntos estratégicos, diplomáticos, políticos, de interesse macro da Nação, em todos os setores e segmentos nacionais e internacionais.
Outro aspecto óbvio é que a administração municipal seria readequada as suas necessidades na mesma medida e proporção da redução das estruturas administrativas, executivas, operacionais e legislativas, dos estados e da federação.
Apenas com estas adequações ao sistema federal de arrecadação e redução do investimento na maquina pública já seria possível a implantação do sistema de Municipalização ou Auto Gestão municipal no Brasil. É bem simples, mesmo basta querer fazer!
O Melhor Caminho!
Ricardo Martins
Vamos esquecer, por apenas alguns momentos, que a IMPUNIDADE é problema crucial do Brasil e deve ser combatida urgentemente e considerar, para fins de análise, os aspectos: administrativo, executivo e operacional da administração pública, com o objetivo de torná-la mais positiva, eficiente, eficaz e principalmente mais econômica.
Para isso, não existe outra saída, a meu ver, que não passe pela “municipalização”, ou seja, transferir para cada município brasileiro a responsabilidade da autogestão.
Evidente que para isso a Federação teria que tomar algumas medidas e enfrentamentos que possibilitassem tal proposta de adequação, por exemplo, reduzir a máquina administrativa em todo o país, de forma a reduzir custos efetivos, isso incluiria a racionalização, a níveis enxutos, do complexo denominado Congresso Nacional, em todos os sentidos, parlamentares, pessoal de apoio, funcionários e outras ações a fins, por todo o chamado serviço público, neste caso incluindo toda a estrutura do Governo. O propósito seria enxugar mesmo, de fato, a máquina pública federal. Isso aconteceria na mesma proporção, em todos os estados brasileiros.
Se for necessário informatizar de forma ampla e total o serviço público, através de programas ágeis, consistentes e pontuais, de forma que os resultados permitissem um gerenciamento altamente profissional.
Implementadas estas medidas, já seria possível transferir para os municípios o saldo das verbas/valores produzidas por tais ações. Certamente um valor assombrosamente substancioso.
Paralelamente outras medidas de fórum legislativo deveriam ser tomadas a fim de viabilizar o projeto, por exemplo, através de readequação e alteração do texto constitucional propor novo formato de distribuição dos tributos, impostos e taxas, hoje arrecadados pelo Governo Federal, de forma a transferir, percentual adequado, deste volume de dinheiro, para os municípios, evidente resguardada a proporcionalidade em razão da representatividade de cada um, o correspondente para São Paulo, capital, seria obviamente diferente do valor remetido ou transferido ao município de Visconde do Rio Branco, em MG.
É evidente que neste formado o município seria responsável por todo o chamado serviço público, incluindo infra - estrutura, serviços e operações. Estados e a Federação assumiriam a fiscalização, a supervisão e o papel de conselheiros e gestores técnicos dos municípios, além de tratarem dos assuntos estratégicos, diplomáticos, políticos, de interesse macro da Nação, em todos os setores e segmentos nacionais e internacionais.
Outro aspecto óbvio é que a administração municipal seria readequada as suas necessidades na mesma medida e proporção da redução das estruturas administrativas, executivas, operacionais e legislativas, dos estados e da federação.
Apenas com estas adequações ao sistema federal de arrecadação e redução do investimento na maquina pública já seria possível a implantação do sistema de Municipalização ou Auto Gestão municipal no Brasil. É bem simples, mesmo basta querer fazer!
sábado, 8 de maio de 2010
Lei Eleitoral Brasileira
Tendenciosa, injusta e conveniente
Ricardo Martins
Prá inicio de conversa, sob meu ponto de vista, o Brasil não tem uma legislação eleitoral decente, justa e que atenda aos interesses do seu povo! O que existe é um conjunto de determinações tendenciosas e convenientes a grupos que se perpetuam no poder, há tempos, e bota tempo nisso!
O que se espera de quem legisla? Idoneidade, dignidade, interesse público, senso de justiça social, visão abrangente, precisão, atitude preventiva, decisões e ações eficientes e eficazes, entre outros dotes e virtudes. E o que ocorre, na real? Exatamente o contrário, as decisões, principalmente, as de fórum político, normalmente atendem aos interesses dos próprios legisladores e a Lei Eleitoral Brasileira, a meu ver, é um destes péssimos exemplos que os legisladores federais propõem ao cidadão de bem deste país.
Não sou técnico no assunto, vou apenas listar alguns pontos que considero básicos e que suportam a minha linha de raciocínio.
Partindo do preceito básico de eleição, em minha opinião, o candidato mais votado estaria eleito, independente de partido, sexo, crença religiosa, opção sexual, enfim, foi o mais votado? Está eleito e fim de papo! Nada de proporcionalidade, peso da legenda, nada disso, isso é pura armação.
A Lei não deveria permitir coligações, em nenhum momento do pleito, todos os partidos deveriam ir às urnas com suas propostas e plano de governo individual, próprio e em chapa pura. “Tem café no bule”? Sim! Então, podem ir as urnas!
Tempo máximo de mandato 05 anos, sem direito a reeleição e os candidatos deveriam obedecer a exigências quanto ao preparo pessoal, acadêmico e técnico básico para o exercício do cargo, ficha limpa, pessoal e profissional e outros pré - requisitos fundamentais ao seu desempenho e exercício da atividade política.
Nenhum tipo de financiamento externo, ou seja, que não fosse do próprio bolso do candidato, seria permitido nas campanhas e as eleições, para todos os níveis, deveriam ser realizadas, todas, no mesmo ano, naquele que antecede ao fim do mandato.
Quanto ao eleitor, o voto não deveria ser obrigatório e votariam apenas os alfabetizados, com conclusão do antigo curso primário e os cidadãos livres.
Evidente que a Lei deveria prever ações de segurança para inibir a compra de votos, direta e indireta, boca de urna e outras atitudes nocivas ao bom exercício da democracia, com penas rigorosas para os infratores, tipo inelegibilidade, durante um período pré - determinado e outras, inclusive multas e detenção em regime fechado.
Bem, como disse acima, não sou técnico no assunto, sou apenas um cidadão que gostaria de dignidade, justiça e lisura na pratica da democracia, principalmente durante o período pré - eleitoral e quando das eleições, propriamente ditas e que isso pudesse exemplificar de forma positiva outras decisões e influenciar outros setores da sociedade brasileira a estar do lado do bem, do país e de seu povo!
Tendenciosa, injusta e conveniente
Ricardo Martins
Prá inicio de conversa, sob meu ponto de vista, o Brasil não tem uma legislação eleitoral decente, justa e que atenda aos interesses do seu povo! O que existe é um conjunto de determinações tendenciosas e convenientes a grupos que se perpetuam no poder, há tempos, e bota tempo nisso!
O que se espera de quem legisla? Idoneidade, dignidade, interesse público, senso de justiça social, visão abrangente, precisão, atitude preventiva, decisões e ações eficientes e eficazes, entre outros dotes e virtudes. E o que ocorre, na real? Exatamente o contrário, as decisões, principalmente, as de fórum político, normalmente atendem aos interesses dos próprios legisladores e a Lei Eleitoral Brasileira, a meu ver, é um destes péssimos exemplos que os legisladores federais propõem ao cidadão de bem deste país.
Não sou técnico no assunto, vou apenas listar alguns pontos que considero básicos e que suportam a minha linha de raciocínio.
Partindo do preceito básico de eleição, em minha opinião, o candidato mais votado estaria eleito, independente de partido, sexo, crença religiosa, opção sexual, enfim, foi o mais votado? Está eleito e fim de papo! Nada de proporcionalidade, peso da legenda, nada disso, isso é pura armação.
A Lei não deveria permitir coligações, em nenhum momento do pleito, todos os partidos deveriam ir às urnas com suas propostas e plano de governo individual, próprio e em chapa pura. “Tem café no bule”? Sim! Então, podem ir as urnas!
Tempo máximo de mandato 05 anos, sem direito a reeleição e os candidatos deveriam obedecer a exigências quanto ao preparo pessoal, acadêmico e técnico básico para o exercício do cargo, ficha limpa, pessoal e profissional e outros pré - requisitos fundamentais ao seu desempenho e exercício da atividade política.
Nenhum tipo de financiamento externo, ou seja, que não fosse do próprio bolso do candidato, seria permitido nas campanhas e as eleições, para todos os níveis, deveriam ser realizadas, todas, no mesmo ano, naquele que antecede ao fim do mandato.
Quanto ao eleitor, o voto não deveria ser obrigatório e votariam apenas os alfabetizados, com conclusão do antigo curso primário e os cidadãos livres.
Evidente que a Lei deveria prever ações de segurança para inibir a compra de votos, direta e indireta, boca de urna e outras atitudes nocivas ao bom exercício da democracia, com penas rigorosas para os infratores, tipo inelegibilidade, durante um período pré - determinado e outras, inclusive multas e detenção em regime fechado.
Bem, como disse acima, não sou técnico no assunto, sou apenas um cidadão que gostaria de dignidade, justiça e lisura na pratica da democracia, principalmente durante o período pré - eleitoral e quando das eleições, propriamente ditas e que isso pudesse exemplificar de forma positiva outras decisões e influenciar outros setores da sociedade brasileira a estar do lado do bem, do país e de seu povo!
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Candidatos!
Ricardo Martins
A palavra associa imediatamente o sujeito à política! E não poderia ser diferente, aqui no Brasil ocorrem eleições a cada 02 anos.
Candidato! O personagem principal, o protagonista, o cara! Aquele que vai, ou deveria, se eleito, representar o cidadão e os interesses públicos, nas câmaras, assembléias e no executivo, municipal, estadual e federal. Os donos do poder, que deveria ser do povo, emanado do povo e revertido por conseqüência, em realizações, ao povo.
Candidatos! Estes deveriam, antes de tudo, a meu ver, possuir além de uma ficha pregressa de vida, limpa, também as mãos, a alma e o coração. Deveriam ter formação e preparo suficientes, além de base moral e de educação familiar sólidas, para serem dignos do mandato a lhes ser, outorgado pelo povo. Éticos, decentes, respeitadores e acima de tudo honestos. Suas experiências vividas deveriam recomendar eficácia, eficiência e competência fundamentadas por excepcional nível de informação e conhecimento dos problemas, necessidades e questões que envolvam o cidadão, sociedade em geral, as comunidades, os municípios, estados e a Nação.
Candidatos! Acima de tudo deveriam ser líderes, aglutinadores do bem e condutores de esperanças em busca de real consolidação. Empreendedores, construtores e realizadores de sonhos possíveis e de desejos sadios e saudáveis das pessoas de bem. Os olhos aguçados, as mãos firmes, o raciocínio ágil, rápido e perceptivo e o coração quente e voltado para o outro, para o próximo, para o igual. Quando eleito, deveria ter atitudes e postura de um Ditador da Ordem, da Justiça, da Oportunidade, do Desenvolvimento e da Igualdade.
É pedir muito? Sei que é utópico e quase impossível, mas 50% disso, já seria um belo resultado.
Na fase atual, onde proximamente, serão realizadas eleições chamadas majoritárias, no Brasil, inclusive para Presidente da República e Governadores, praticamente os nomes estão postos, costura aqui e ali, aquelas alianças e coligações detestáveis, a meu ver e pronto, ida as urnas, não sem antes uma campanha, certamente de baixo nível e que a nada acrescenta. Diante disso é de vital importância para o eleitor, conhecer bem cada candidato e depois decidir com critério e bom senso, qual deles merece, efetivamente seu voto.
Não esqueça “ele”, o candidato, vai decidir por você, cidadão! Vai cuidar do dinheiro dos seus impostos e pelo menos deveria zelar por tudo isso e pelos interesses maiores do seu estado e do Brasil.
Nós somos os responsáveis diretos e indiretos pelo sucesso e desenvolvimento de nosso povo e de nosso país, avalie bem cada candidato, veja qual deles mais se encaixa naquele perfil, aparentemente utópico, exposto acima e decida de forma coerente e segura.
Ricardo Martins
A palavra associa imediatamente o sujeito à política! E não poderia ser diferente, aqui no Brasil ocorrem eleições a cada 02 anos.
Candidato! O personagem principal, o protagonista, o cara! Aquele que vai, ou deveria, se eleito, representar o cidadão e os interesses públicos, nas câmaras, assembléias e no executivo, municipal, estadual e federal. Os donos do poder, que deveria ser do povo, emanado do povo e revertido por conseqüência, em realizações, ao povo.
Candidatos! Estes deveriam, antes de tudo, a meu ver, possuir além de uma ficha pregressa de vida, limpa, também as mãos, a alma e o coração. Deveriam ter formação e preparo suficientes, além de base moral e de educação familiar sólidas, para serem dignos do mandato a lhes ser, outorgado pelo povo. Éticos, decentes, respeitadores e acima de tudo honestos. Suas experiências vividas deveriam recomendar eficácia, eficiência e competência fundamentadas por excepcional nível de informação e conhecimento dos problemas, necessidades e questões que envolvam o cidadão, sociedade em geral, as comunidades, os municípios, estados e a Nação.
Candidatos! Acima de tudo deveriam ser líderes, aglutinadores do bem e condutores de esperanças em busca de real consolidação. Empreendedores, construtores e realizadores de sonhos possíveis e de desejos sadios e saudáveis das pessoas de bem. Os olhos aguçados, as mãos firmes, o raciocínio ágil, rápido e perceptivo e o coração quente e voltado para o outro, para o próximo, para o igual. Quando eleito, deveria ter atitudes e postura de um Ditador da Ordem, da Justiça, da Oportunidade, do Desenvolvimento e da Igualdade.
É pedir muito? Sei que é utópico e quase impossível, mas 50% disso, já seria um belo resultado.
Na fase atual, onde proximamente, serão realizadas eleições chamadas majoritárias, no Brasil, inclusive para Presidente da República e Governadores, praticamente os nomes estão postos, costura aqui e ali, aquelas alianças e coligações detestáveis, a meu ver e pronto, ida as urnas, não sem antes uma campanha, certamente de baixo nível e que a nada acrescenta. Diante disso é de vital importância para o eleitor, conhecer bem cada candidato e depois decidir com critério e bom senso, qual deles merece, efetivamente seu voto.
Não esqueça “ele”, o candidato, vai decidir por você, cidadão! Vai cuidar do dinheiro dos seus impostos e pelo menos deveria zelar por tudo isso e pelos interesses maiores do seu estado e do Brasil.
Nós somos os responsáveis diretos e indiretos pelo sucesso e desenvolvimento de nosso povo e de nosso país, avalie bem cada candidato, veja qual deles mais se encaixa naquele perfil, aparentemente utópico, exposto acima e decida de forma coerente e segura.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Eleições!
É hora de votar de novo! É hora de pensar e muito!
Ricardo Martins
Estamos novamente diante de eleições para Presidente e Governador, os personagens, direta ou indiretamente falando, são mesmos. Pouco mudou! Agora as necessidades reais do País, continuam, certamente, as mesmas! Isso em nada ou quase nada mudou!
A economia "maquiada" esta equilibrada, pós Plano Real e externamente o quadro é mais positivo e relativamente seguro, se bem que o capital especulativo ainda se faz presente e muito provocando ainda certos e pesados desequilíbrios nas contas do governo e constante apreensão ao sistema financeiro. Já internamente, de forma geral, os problemas do Povo e do País são os mesmos, se bem que o pobre, aquele do Bolsa Família, extensão do Bolsa Escola, melhorou de Vida, mas continua pobre! Este programa social, com inúmeras falhas, inclusive de controle, tem seu lado positivo e a meu ver pode ser aperfeiçoado.
Já em se tratando do serviço público, em todas as suas vertentes, setores ou segmentos, continua péssimo, burocrático, desorganizado e de má vontade com o contribuinte. Este que se lixe! E o mesmo ocorre na administração pública, em todos os níveis e por todo o país.
Tudo que emana dos 03 poderes da República cheira a bandalheira, a safadeza. O roubo aos cofres públicos é constante, a corrupção é uma doença que parece incurável, o corporativismo é indecente e a IMPUNIDADE fez do Brasil seu reino absoluto.
Para o pobre pau, para o rico ar condicionado, mordomias, privilégios, benefícios, viagens, altos salários, tudo as custas do dinheiro do Povo, as custas do Tesouro Nacional.
Na hora do voto lembre-se disso! Quem aí está, há 08 anos para fazer algo de positivo, o que fez, de verdade, pelo povo e pelo Brasil? E os que o antecederam, o que fizeram ou poderão vir a fazer? E os atuais candidatos? Estão preparados, organizados e bem planejados? E os que os cercam? Gente boa, de caráter? Técnicos, especialistas, bem conceituados? Questione, estude, informe-se, ouça, discuta e reflita muito.
Pense nisso! E mais! É importante lembrar que não existe uma Lei Eleitoral a altura do Brasil, que o sistema partidário brasileiro é falido e corrupto e tudo é feito de forma a beneficiar a classe política, apenas em seu próprio benefício. É prá pensar!
É hora de votar de novo! É hora de pensar e muito!
Ricardo Martins
Estamos novamente diante de eleições para Presidente e Governador, os personagens, direta ou indiretamente falando, são mesmos. Pouco mudou! Agora as necessidades reais do País, continuam, certamente, as mesmas! Isso em nada ou quase nada mudou!
A economia "maquiada" esta equilibrada, pós Plano Real e externamente o quadro é mais positivo e relativamente seguro, se bem que o capital especulativo ainda se faz presente e muito provocando ainda certos e pesados desequilíbrios nas contas do governo e constante apreensão ao sistema financeiro. Já internamente, de forma geral, os problemas do Povo e do País são os mesmos, se bem que o pobre, aquele do Bolsa Família, extensão do Bolsa Escola, melhorou de Vida, mas continua pobre! Este programa social, com inúmeras falhas, inclusive de controle, tem seu lado positivo e a meu ver pode ser aperfeiçoado.
Já em se tratando do serviço público, em todas as suas vertentes, setores ou segmentos, continua péssimo, burocrático, desorganizado e de má vontade com o contribuinte. Este que se lixe! E o mesmo ocorre na administração pública, em todos os níveis e por todo o país.
Tudo que emana dos 03 poderes da República cheira a bandalheira, a safadeza. O roubo aos cofres públicos é constante, a corrupção é uma doença que parece incurável, o corporativismo é indecente e a IMPUNIDADE fez do Brasil seu reino absoluto.
Para o pobre pau, para o rico ar condicionado, mordomias, privilégios, benefícios, viagens, altos salários, tudo as custas do dinheiro do Povo, as custas do Tesouro Nacional.
Na hora do voto lembre-se disso! Quem aí está, há 08 anos para fazer algo de positivo, o que fez, de verdade, pelo povo e pelo Brasil? E os que o antecederam, o que fizeram ou poderão vir a fazer? E os atuais candidatos? Estão preparados, organizados e bem planejados? E os que os cercam? Gente boa, de caráter? Técnicos, especialistas, bem conceituados? Questione, estude, informe-se, ouça, discuta e reflita muito.
Pense nisso! E mais! É importante lembrar que não existe uma Lei Eleitoral a altura do Brasil, que o sistema partidário brasileiro é falido e corrupto e tudo é feito de forma a beneficiar a classe política, apenas em seu próprio benefício. É prá pensar!
Assinar:
Postagens (Atom)
