Ricardo Martins
Antro ou covil, alguns de seus sinônimos querem dizer ambiente ou lugar, por exemplo, antro de marginais, ambiente ou lugar de marginais. É o mesmo caso de covil, cova de cobras, lugar ou ambiente de bandidos, canalhas e maus caráter. Ao escrever sobre isso me vem à cabeça, não sei porque, o Congresso Nacional e toda aquela camarilha que lá está. Muitos há anos, roubando, assaltando, espoliando, dilapidando o dinheiro e o patrimônio do povo e dando a seu povo, principalmente no Norte e Nordeste, aquilo que se tem visto diariamente na mídia: uma enorme fartura, “lá farta de tudo”, não existem escolas decentes, postos de saúde e hospitais públicos, emprego, rodovias, renda, assistência social e principalmente falta dignidade a aquela gente, lamentavelmente.
Enquanto isso, seus representantes na Câmara e no Senado andam de avião particular, chegando a pagar salários de 8.000,00 aos seus pilotos, óbvio que com dinheiro público (Deputado Geddel Vieira, pela Bahia), dividem comissões, organizam e comandam falanges criminosas que apenas os enriquecem cada vez mais, mentem, falcatruam, falseiam, comem do bom e do melhor, residem em mansões, viajam de um lado para o outro com passagens pagas por nós contribuintes, constroem castelos, formam comitivas que mais parecem excursões de luxo ao exterior, empregam parentes e amigos em seus gabinetes, importam prostitutas, garotas e garotos de programa a peso de ouro para suas festinhas particulares, traficam drogas e contrabandeiam armas e munições e matam ou mandam matar, enquanto o povo que os elegeu continua na miséria.
Esta situação do Norte e Nordeste do Brasil transcende aos tempos e vem desde a época do mais cruel coronelismo que entre outras coisas pregava e praticava a não educação do povo, a falta de esclarecimento e da informação das pessoas mantendo-as escravas através de seus benefícios e donativos próprios Era também comum a estes coronéis se tornarem padrinhos dos filhos de toda a população da cidade que dominavam e desta forma mantinham o cabresto sobre as pessoas e controlavam suas vidas, e isso ainda hoje existe em muitas cidades da região e o resultado aí está, estampado na mídia nacional: enchentes, tragédia, miséria, doença e dependencia cultural e educacional. Isso sempre interessou aos políticos da região e a seus representantes na Capital do país, que nada faziam e fazem para reverter este quadro. O mais grave é que continuam a se beneficiar dos resultados pois o povo ignorante não sabe votar e acaba mantendo-os nas tribunas.
Evidente que esta situação infelizmente não é privilegio apenas do Congresso e se estende ao judiciário e ao executivo, que da mesma forma encontram-se atrelados ao bonde da corrupção, do desinteresse público e da impunidade, e o mais grave: não existe ninguém trabalhando para que este estado de coisas se modifique ou se altere, e em minha avaliação o mais grave é que estes maus exemplos vêm em forma de cascata para os estados e municípios que acabam formando grupos de interesse tentando se eternizar no poder a fim de não perder a boquinha, e assim tentam se manter através de panelinhas e grupinhos.
E então, eleitor? Será que minha mente devaneou quando associou antro e covil aos três poderes da República no Brasil? Será que estou errado ou estou vivendo em outro país? Será que minha avaliação é ácida e estou sendo injusto? Entendo que, infelizmente, gostaria até que isso não fosse verdade, mas a cada dia isso fica mais evidente e notório. E isso é lamentável.
Sinceramente espero ver um dia todos estes canalhas na cadeia trabalhando para pagar sua alimentação e manutenção pessoal e no lugar de antro ou covil possamos reconhecer no Congresso e nos demais poderes da República ambientes limpos, éticos e efetivamente representativos do povo brasileiro para que finalmente tenhamos orgulho de nossa representatividade política, em Brasília, nos estados e municípios.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Comércio = Transportes = Desenvolvimento
Como ter um comércio forte sem transportes coletivos?
Ricardo Martins
Uma série de situações propõe o desenvolvimento de uma cidade e por conseqüência sua atividade econômica. Entre eles, um dos mais importantes, seria a miscigenação social e profissional, expressão que uso para classificar e identificar as ações de mistura de experiências entre quem já está e quem chega, sem isso é praticamente impossível crescer ou se desenvolver.
Existem ainda em muitas regiões, em pleno século XXI, cidades que ainda resistem a isso que se caracteriza na figura do medo da concorrência entre profissionais e investidores. O que é lamentável, antigo e sem propósito, além do que reflete diretamente e de forma negativa no desempenho econômico daquela região. Sem o intercambio e a integração entre quem está e quem chega o resultado é a estagnação. Ao invés de andar pra frente desenvolvendo todos os setores produtivos da economia, estes acabam reagindo lentamente e isso é muito ruim para todos, ainda que muitos não o queiram admitir.
Dentre os setores que mais sofrem está o comércio que necessita de estímulos básicos para que seu desempenho seja positivo e não se transforme em um cemitério de empresas que fecham suas portas antes mesmo de começar efetivamente suas atividades.
Dentre estes estímulos ao Comércio está o meio de transporte das pessoas, da população compradora, que necessita dos serviços coletivos de transporte para se locomover, ir às compras ou resolver questões de interesse familiar no centro da cidade. Enfim, imaginar uma cidade sem este serviço em pleno ano de 2009, na era da globalização, é no mínimo preocupante e surpreendente. Como isso é possível? Como ninguém se interessa em resolver esta situação retrógrada e desestimulante para o investidor, para o consumidor e para o contribuinte?
Tijucas está a 40 km da capital do Estado e na linha litorânea de acesso a todas as regiões do Estado. Todos exaltam sua localização privilegiada e estratégica e no entanto não possui um sistema mínimo de transporte coletivo adequado às necessidades de sua população, trazendo assim conseqüências nefastas ao seu desenvolvimento e ao comércio local. E o pior: não se ouve ninguém se manifestando a respeito, nenhuma entidade ou instituição ou mesmo a Prefeitura Municipal se pronuncia sobre o assunto. Será esta ótica errada? O transporte coletivo adequado não seria tão importante assim? Como crescer e se desenvolver, então? Como estimular o investimento se não existe consumo?
É certo que Tijucas têm em sua população um bojo mais popular, mas são cerca de 7500 famílias que necessitam consumir e deveriam faze-lo por aqui, em sua cidade. Nem todas desfrutam de transporte próprio e ainda a maioria das pessoas trabalha fora, o que deve ser observado quando se pensar em horários de deslocamento e de funcionamento do próprio comércio.
Sinceramente o que penso é que já passou da hora de algumas resistências ignorantes, negativas e retrógradas sucumbirem ao desenvolvimento, deixando de lado interesses pessoais e políticos que apenas demonstram insegurança e egoísmo ao invés de interação e integração, que através de critérios sólidos, principalmente éticos e de respeito ao próximo, pode conduzir esta cidade para um patamar de desenvolvimento sustentável e seguro com qualidade de vida para todos que nela vivem. Comércio, transporte coletivo e desenvolvimento andam de mãos dadas e um não acontece sem o outro.
Ricardo Martins
Uma série de situações propõe o desenvolvimento de uma cidade e por conseqüência sua atividade econômica. Entre eles, um dos mais importantes, seria a miscigenação social e profissional, expressão que uso para classificar e identificar as ações de mistura de experiências entre quem já está e quem chega, sem isso é praticamente impossível crescer ou se desenvolver.
Existem ainda em muitas regiões, em pleno século XXI, cidades que ainda resistem a isso que se caracteriza na figura do medo da concorrência entre profissionais e investidores. O que é lamentável, antigo e sem propósito, além do que reflete diretamente e de forma negativa no desempenho econômico daquela região. Sem o intercambio e a integração entre quem está e quem chega o resultado é a estagnação. Ao invés de andar pra frente desenvolvendo todos os setores produtivos da economia, estes acabam reagindo lentamente e isso é muito ruim para todos, ainda que muitos não o queiram admitir.
Dentre os setores que mais sofrem está o comércio que necessita de estímulos básicos para que seu desempenho seja positivo e não se transforme em um cemitério de empresas que fecham suas portas antes mesmo de começar efetivamente suas atividades.
Dentre estes estímulos ao Comércio está o meio de transporte das pessoas, da população compradora, que necessita dos serviços coletivos de transporte para se locomover, ir às compras ou resolver questões de interesse familiar no centro da cidade. Enfim, imaginar uma cidade sem este serviço em pleno ano de 2009, na era da globalização, é no mínimo preocupante e surpreendente. Como isso é possível? Como ninguém se interessa em resolver esta situação retrógrada e desestimulante para o investidor, para o consumidor e para o contribuinte?
Tijucas está a 40 km da capital do Estado e na linha litorânea de acesso a todas as regiões do Estado. Todos exaltam sua localização privilegiada e estratégica e no entanto não possui um sistema mínimo de transporte coletivo adequado às necessidades de sua população, trazendo assim conseqüências nefastas ao seu desenvolvimento e ao comércio local. E o pior: não se ouve ninguém se manifestando a respeito, nenhuma entidade ou instituição ou mesmo a Prefeitura Municipal se pronuncia sobre o assunto. Será esta ótica errada? O transporte coletivo adequado não seria tão importante assim? Como crescer e se desenvolver, então? Como estimular o investimento se não existe consumo?
É certo que Tijucas têm em sua população um bojo mais popular, mas são cerca de 7500 famílias que necessitam consumir e deveriam faze-lo por aqui, em sua cidade. Nem todas desfrutam de transporte próprio e ainda a maioria das pessoas trabalha fora, o que deve ser observado quando se pensar em horários de deslocamento e de funcionamento do próprio comércio.
Sinceramente o que penso é que já passou da hora de algumas resistências ignorantes, negativas e retrógradas sucumbirem ao desenvolvimento, deixando de lado interesses pessoais e políticos que apenas demonstram insegurança e egoísmo ao invés de interação e integração, que através de critérios sólidos, principalmente éticos e de respeito ao próximo, pode conduzir esta cidade para um patamar de desenvolvimento sustentável e seguro com qualidade de vida para todos que nela vivem. Comércio, transporte coletivo e desenvolvimento andam de mãos dadas e um não acontece sem o outro.
domingo, 24 de maio de 2009
O que é Segurança Pública? De quem é a responsabilidade deste serviço público?
Como todos os que me conhecem e acompanham meu trabalho sabem que me atrevo profissionalmente na área do marketing que particularmente considero uma ciência das mais importantes dos tempos modernos e dos dias atuais. E o marketing tem como uma das suas propostas mais interessantes rotular, criar nomes ou dar nomes às coisas, dar títulos e ou criar chamadas e manchetes atrativas e isso tem sido utilizado por todos, alguns com habilidade e em benefício coletivo e outros pensando apenas no interesse próprio ou corporativo. E isso não é diferente no serviço público, pois ali também se dão nomes de acordo com a ótica do CHEFE, por exemplo: Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa do Cidadão, como em SC e outros estados a nomenclatura ocorre de acordo com o interesse político de cada um.
Um nome pomposo como esse deveria ser acompanhado por uma situação de eficiência e eficácia tão representativos no nível de resultados como o nome e infelizmente isso não ocorre, e por que não? Vamos tentar analisar juntos.
A meu ver falta competência àqueles que estão no comando destas secretarias, aqui incluindo a de Justiça e Cidadania e os departamentos a ela ligados, tipo o DEAP. Vou mais além: são cargos preenchidos sob a ótica política quando deveria ser por técnicos e especialistas no assunto. Esta situação tem levado à famosa prática de “empurrar com a barriga” e nada resolver.
Esta incompetência e desinteresse acaba desembocando na falta de efetivos (pessoal), de especialistas em investigação, equipamentos, armamento e unidades prisionais necessárias a prestação de um excelente serviço público.
Outro aspecto que inviabiliza a eficiência é a postura política e de interesse do governo e de quem os apóia. Os senhores têm idéia de quantos policiais civis e militares estão prestando serviços nos vários gabinetes na estrutura das secretarias objetos desta análise, quando deveriam estar nas ruas? E no serviço burocrático que poderia ser prestado através de universitários em fase de quarto período dos vários cursos? Evidentemente que um programa como este teria que ser sério, responsável e remunerar bem os envolvidos.
Outro aspecto não observado pelos CHEFES é o pessoal que está próximo da aposentadoria e também daqueles policiais que tem ficha suja e não podem ser afastados por conta de rabo preso de alguns CHEFES e também por falta de reposição.
Resumindo, no âmbito destas Secretarias falta interesse público e vontade de fazer, porém isso tem que ser feito por gente do ramo e não políticos que apenas estão ali por conta de cabide de emprego e pagamento de acordos políticos e eleitorais.
Outra leitura possível neste caso é a falta de comprometimento com o serviço a ser prestado, por exemplo, na iniciativa privada quando um executivo é transferido para outra cidade é condição prioritária que este profissional se mude para a mesma a fim de se envolver na sociedade, de conhecer hábitos e costumes, de interagir e se integrar aos problemas e situações locais e regionais. Perguntinha: por que no serviço público não é assim? É comum, delegados, juizes, promotores e outros serem transferidos e não residir na cidade onde vão atuar. Outra perguntinha: como então defender as comunidades e toda a sociedade e se comprometer realmente com as novas atribuições? Como sentir na pele os problemas que afligem o cidadão daquele município? Difícil, não? Eu diria impossível, a transferência de endereço deveria ser uma prioridade tão importante quanto o reajuste de salários que certamente são discutidos e aprovados.
Gostaria ainda de acrescentar que aqueles que pensam e até discursam dizendo que segurança pública é um problema estadual, estão no mínimo enganados, desinformados, mal intencionados e apenas transferindo o mico para o outro ombro. Isso não é verdade, cabe ao estado parte desta responsabilidade, mas ao município cabem inúmeras ações de combate a insegurança pública. Por exemplo, ação de identificação e cadastramento de pessoas estranhas à sociedade e aquelas que se mudam para o município, uma triagem onde informações básicas deveriam ser colhidas a fim de seletivar quem chega, procurar saber se têm trabalho, residência fixa e outras.
Iluminação pública de qualidade e locais seguros para instalar pontos de ônibus e estacionamentos públicos.
Estimular através de legislação as empresas a possuir um cadastro completo de seus funcionários, na Secretaria de Ação Social implantar um cadastro completo e amplo daqueles que se propõe aos serviços domésticos e afins e também um cadastro de todos aqueles que trabalham como vigilantes e coletores de qualquer natureza.
Criar o serviço de agentes municipais de segurança treinados na PM para cuidarem de portas de escolas, monumentos e logradouros públicos e também do transito, orientando sem o poder de multar, anotando os reincidentes para possíveis punições.
E outras e outras, basta a administração municipal de qualquer município ter interesse, porque ações de segurança existem aos montes e são de sua responsabilidade.
Pois é amigos, acho que juntos conseguimos decifrar a coisa, não? Segurança Pública é: Competência, responsabilidade, interesse público, determinação, dedicação, comprometimento, conhecimento e principalmente vontade.
Um nome pomposo como esse deveria ser acompanhado por uma situação de eficiência e eficácia tão representativos no nível de resultados como o nome e infelizmente isso não ocorre, e por que não? Vamos tentar analisar juntos.
A meu ver falta competência àqueles que estão no comando destas secretarias, aqui incluindo a de Justiça e Cidadania e os departamentos a ela ligados, tipo o DEAP. Vou mais além: são cargos preenchidos sob a ótica política quando deveria ser por técnicos e especialistas no assunto. Esta situação tem levado à famosa prática de “empurrar com a barriga” e nada resolver.
Esta incompetência e desinteresse acaba desembocando na falta de efetivos (pessoal), de especialistas em investigação, equipamentos, armamento e unidades prisionais necessárias a prestação de um excelente serviço público.
Outro aspecto que inviabiliza a eficiência é a postura política e de interesse do governo e de quem os apóia. Os senhores têm idéia de quantos policiais civis e militares estão prestando serviços nos vários gabinetes na estrutura das secretarias objetos desta análise, quando deveriam estar nas ruas? E no serviço burocrático que poderia ser prestado através de universitários em fase de quarto período dos vários cursos? Evidentemente que um programa como este teria que ser sério, responsável e remunerar bem os envolvidos.
Outro aspecto não observado pelos CHEFES é o pessoal que está próximo da aposentadoria e também daqueles policiais que tem ficha suja e não podem ser afastados por conta de rabo preso de alguns CHEFES e também por falta de reposição.
Resumindo, no âmbito destas Secretarias falta interesse público e vontade de fazer, porém isso tem que ser feito por gente do ramo e não políticos que apenas estão ali por conta de cabide de emprego e pagamento de acordos políticos e eleitorais.
Outra leitura possível neste caso é a falta de comprometimento com o serviço a ser prestado, por exemplo, na iniciativa privada quando um executivo é transferido para outra cidade é condição prioritária que este profissional se mude para a mesma a fim de se envolver na sociedade, de conhecer hábitos e costumes, de interagir e se integrar aos problemas e situações locais e regionais. Perguntinha: por que no serviço público não é assim? É comum, delegados, juizes, promotores e outros serem transferidos e não residir na cidade onde vão atuar. Outra perguntinha: como então defender as comunidades e toda a sociedade e se comprometer realmente com as novas atribuições? Como sentir na pele os problemas que afligem o cidadão daquele município? Difícil, não? Eu diria impossível, a transferência de endereço deveria ser uma prioridade tão importante quanto o reajuste de salários que certamente são discutidos e aprovados.
Gostaria ainda de acrescentar que aqueles que pensam e até discursam dizendo que segurança pública é um problema estadual, estão no mínimo enganados, desinformados, mal intencionados e apenas transferindo o mico para o outro ombro. Isso não é verdade, cabe ao estado parte desta responsabilidade, mas ao município cabem inúmeras ações de combate a insegurança pública. Por exemplo, ação de identificação e cadastramento de pessoas estranhas à sociedade e aquelas que se mudam para o município, uma triagem onde informações básicas deveriam ser colhidas a fim de seletivar quem chega, procurar saber se têm trabalho, residência fixa e outras.
Iluminação pública de qualidade e locais seguros para instalar pontos de ônibus e estacionamentos públicos.
Estimular através de legislação as empresas a possuir um cadastro completo de seus funcionários, na Secretaria de Ação Social implantar um cadastro completo e amplo daqueles que se propõe aos serviços domésticos e afins e também um cadastro de todos aqueles que trabalham como vigilantes e coletores de qualquer natureza.
Criar o serviço de agentes municipais de segurança treinados na PM para cuidarem de portas de escolas, monumentos e logradouros públicos e também do transito, orientando sem o poder de multar, anotando os reincidentes para possíveis punições.
E outras e outras, basta a administração municipal de qualquer município ter interesse, porque ações de segurança existem aos montes e são de sua responsabilidade.
Pois é amigos, acho que juntos conseguimos decifrar a coisa, não? Segurança Pública é: Competência, responsabilidade, interesse público, determinação, dedicação, comprometimento, conhecimento e principalmente vontade.
terça-feira, 15 de abril de 2008
Puros e ingênuos! Verdadeiros “anjinhos”
Sob que circunstância se mata uma criança? Banalidade, vontade de matar, falta de paciência, enfim, e os “País” ou responsáveis por que matar um filho, uma criança completamente indefesa? Sob que justificativa? Furor repentino, raiva contida e indireta, estado de semi – inconsciência motivada pelo ciúme doentio e conseqüente insegurança e desequilíbrio? O que pode justificar isso? E mais, depois de cometer este crime bárbaro e monstruoso, como “arrumar as coisas”, de que forma conviver com isso?
Evidente que se a ciência justifica o antes, o durante e o depois, agora a isso se deve acrescentar personalidades desequilibradas e violentas, frieza e maquiavelismo e paranóia.
Neste caso doloroso, como tantos que estão por ai diariamente, de Isabella, uma criança de 5 anos, apesar dos erros iniciais comuns a perícia e a policia no Brasil tais como não preservar e lacrar imediatamente o local do crime, o ambiente do crime a fim de evitar qualquer intromissão e mudança no cenário, ficou desde o inicio muito claro que esta criança foi vitima do Pai e da Madrasta, de seu desequilíbrio que se manifestava a partir de brigas violentas, envolvendo principalmente ciúmes e insegurança pessoal, acrescente-se a isso o histórico de ambos e de suas relações familiares.
A criança foi espancada, asfixiada e depois jogada do 6º. andar de um edifício, pelos próprios “pais”. Como lidar com isso, deve ter pensado o Delegado ao iniciar as investigações, já que estava plenamente convencido de crime e de quem o praticara. Temos que agir e proceder com cuidado, reunindo o máximo de provas possíveis, reiterou o Promotor que também enxerga a coisa como o Delegado e este caso, que mexeu com todos, virou esta novela dolorida e que estende até hoje. Os “suspeitos” foram presos provisoriamente e um Desembargador ilustre mandou soltar e a “lenga – lenga” continua sem definição, armando a defesa, que cá pra nós assim como os familiares do inocente e ingênuo casal têm sido bem hipócritas, não?
E agora o que esperam as pessoas de bem: Em minha opinião, que a Policia e a Justiça devam começar a corrigir seus erros e definir o caso, já que não existe nenhuma outra hipótese plausível e possível de culpados, pedindo imediatamente a prisão agora preventiva do casal que MATOU a criança, sem nenhuma duvida e encaminhar de forma mais consistente possível o processo para a Justiça condenar por muitos anos estes puros e ingênuos assassinos (as famílias de ambos falam em monstros, então...) e ponto final.
O que fica pendente é a penas a motivação ou a confirmação da hipótese que eu defendo de que a criança foi vitima de acessos de fúria e raiva do Pai e da madrasta, durante mais uma violenta briga e se contou com a ajuda de mais alguém o que é razoavelmente, distante, mas possível.
É determinante e exigido que os culpados sejam punidos rigorosamente e exemplarmente não apenas em nome desta pobre e pura criança ou de sua mãe e seus familiares e das pessoas de bem em geral e sim em nome de todas as pobres crianças inocentes e indefesas que se tornam vitimas nas mãos de verdadeiras bestas humanas, monstros violentos e covardes, muito covardes, que deveriam pagar por muitos anos, trancados na cadeia, para de vez em quando, em suas mentes doentias, viesse à imagem do por que estão enjaulados para sempre.
Evidente que se a ciência justifica o antes, o durante e o depois, agora a isso se deve acrescentar personalidades desequilibradas e violentas, frieza e maquiavelismo e paranóia.
Neste caso doloroso, como tantos que estão por ai diariamente, de Isabella, uma criança de 5 anos, apesar dos erros iniciais comuns a perícia e a policia no Brasil tais como não preservar e lacrar imediatamente o local do crime, o ambiente do crime a fim de evitar qualquer intromissão e mudança no cenário, ficou desde o inicio muito claro que esta criança foi vitima do Pai e da Madrasta, de seu desequilíbrio que se manifestava a partir de brigas violentas, envolvendo principalmente ciúmes e insegurança pessoal, acrescente-se a isso o histórico de ambos e de suas relações familiares.
A criança foi espancada, asfixiada e depois jogada do 6º. andar de um edifício, pelos próprios “pais”. Como lidar com isso, deve ter pensado o Delegado ao iniciar as investigações, já que estava plenamente convencido de crime e de quem o praticara. Temos que agir e proceder com cuidado, reunindo o máximo de provas possíveis, reiterou o Promotor que também enxerga a coisa como o Delegado e este caso, que mexeu com todos, virou esta novela dolorida e que estende até hoje. Os “suspeitos” foram presos provisoriamente e um Desembargador ilustre mandou soltar e a “lenga – lenga” continua sem definição, armando a defesa, que cá pra nós assim como os familiares do inocente e ingênuo casal têm sido bem hipócritas, não?
E agora o que esperam as pessoas de bem: Em minha opinião, que a Policia e a Justiça devam começar a corrigir seus erros e definir o caso, já que não existe nenhuma outra hipótese plausível e possível de culpados, pedindo imediatamente a prisão agora preventiva do casal que MATOU a criança, sem nenhuma duvida e encaminhar de forma mais consistente possível o processo para a Justiça condenar por muitos anos estes puros e ingênuos assassinos (as famílias de ambos falam em monstros, então...) e ponto final.
O que fica pendente é a penas a motivação ou a confirmação da hipótese que eu defendo de que a criança foi vitima de acessos de fúria e raiva do Pai e da madrasta, durante mais uma violenta briga e se contou com a ajuda de mais alguém o que é razoavelmente, distante, mas possível.
É determinante e exigido que os culpados sejam punidos rigorosamente e exemplarmente não apenas em nome desta pobre e pura criança ou de sua mãe e seus familiares e das pessoas de bem em geral e sim em nome de todas as pobres crianças inocentes e indefesas que se tornam vitimas nas mãos de verdadeiras bestas humanas, monstros violentos e covardes, muito covardes, que deveriam pagar por muitos anos, trancados na cadeia, para de vez em quando, em suas mentes doentias, viesse à imagem do por que estão enjaulados para sempre.
terça-feira, 8 de abril de 2008
Será que eu “esperava” demais?
Tudo que eu queria e acreditava como cidadão brasileiro e não como adepto ou partidário, era que o ex–metalúrgico, revolucionário, de fala dura e enfática, inteligente e tratável, habilidoso, líder natural e competente político ao se tornar Presidente da República trabalhasse e implantasse tudo aquilo que defendeu e lutou por cerca de 25 (vinte e cinco) anos nas mais variadas tribunas e palanques da vida. Que fosse independente e competente, principalmente em unir as forças políticas em benefício do povo brasileiro e suas enormes necessidades e dificuldades. Que combatesse a desigualdade social e financeira, remunerando a produção e o trabalho com renda digna e conseqüente. Que montasse uma equipe de técnicos e gestores profissionais a fim de atacar os grandes problemas internos nacionais com eficiência e eficácia. Que elevasse a nível internacional o nome do Brasil e sua representatividade e não o seu próprio nome, despido de vaidades e interesses pessoais.
Que por estas suas ações e atitudes, motivo de seus discursos enquanto sindicalista postulante ao poder, o brasileiro resgatasse o orgulho e os valores patrióticos tão minimizados ao longo dos últimos tempos. Que o cidadão voltasse a andar de cabeça erguida e ao falar sobre o seu país o fizesse com prazer e satisfação.
Que o Presidente do Povo, o ex–metalúrgico combatente e batalhador, banisse a corrupção, a conivência, o comprometimento letal com o crime organizado e implantasse a punição exemplar a todos aqueles merecedores da força e do poder da lei, principalmente os do “colarinho branco”. Que ao exigir a revisão dos Códigos de Justiça resgatasse sua representatividade e novamente propusesse a igualdade de direitos a todos de forma que TODOS os benefícios, penas e sistemas prisionais fossem aplicados de forma coerente, indiscriminada, adequada e justa.
Que exigisse do Congresso Nacional interesse, seriedade, critérios e presteza ao formular as leis exemplificando com atitudes sérias e dignas aos congressistas em geral, e desta forma contribuir para o resgate seguro e concreto da democracia e suas instituições.
E finalizando, que este Líder Popular, de origem humilde e extraído do seio do povo, estimulasse com seus atos positivos o nascimento de outras lideranças que dessem continuidade a seus passos.
Será que eu queria muito? E a maioria dos brasileiros não pensava assim? Era utópico e impossível? Não! Era perfeitamente possível, bastava para isso NÃO MUDAR e “Ele” mudou, preferiu rasgar a carteirinha de 25 anos de luta para tornar-se “emergente”, morar em um palácio com cerca de 38/40 serviçais, investir em sua mulher de forma a que esta viesse a se tornar uma “boneca de figuração” e não uma primeira dama com atribuições pelo menos com fins sociais, compor suas negociatas e conchavos com cerca de 40 ministérios e afins e finalmente, olhar-se ao espelho e ver diante de si um IMPERADOR.
O ex–Lula deu lugar a um “novo Lula” que nada tem a ver com aquele original, bravo e lutador, de outros tempos. Este que aí está é uma pálida lembrança daquele outro que o povo conduziu à Presidência da República depositando toda a sua confiança, esperanças, ansiedades e necessidades. Aquele que tinha tudo para marcar seu nome como o mais respeitado e respeitável Presidente da República do Brasil. Que decepção!
Que por estas suas ações e atitudes, motivo de seus discursos enquanto sindicalista postulante ao poder, o brasileiro resgatasse o orgulho e os valores patrióticos tão minimizados ao longo dos últimos tempos. Que o cidadão voltasse a andar de cabeça erguida e ao falar sobre o seu país o fizesse com prazer e satisfação.
Que o Presidente do Povo, o ex–metalúrgico combatente e batalhador, banisse a corrupção, a conivência, o comprometimento letal com o crime organizado e implantasse a punição exemplar a todos aqueles merecedores da força e do poder da lei, principalmente os do “colarinho branco”. Que ao exigir a revisão dos Códigos de Justiça resgatasse sua representatividade e novamente propusesse a igualdade de direitos a todos de forma que TODOS os benefícios, penas e sistemas prisionais fossem aplicados de forma coerente, indiscriminada, adequada e justa.
Que exigisse do Congresso Nacional interesse, seriedade, critérios e presteza ao formular as leis exemplificando com atitudes sérias e dignas aos congressistas em geral, e desta forma contribuir para o resgate seguro e concreto da democracia e suas instituições.
E finalizando, que este Líder Popular, de origem humilde e extraído do seio do povo, estimulasse com seus atos positivos o nascimento de outras lideranças que dessem continuidade a seus passos.
Será que eu queria muito? E a maioria dos brasileiros não pensava assim? Era utópico e impossível? Não! Era perfeitamente possível, bastava para isso NÃO MUDAR e “Ele” mudou, preferiu rasgar a carteirinha de 25 anos de luta para tornar-se “emergente”, morar em um palácio com cerca de 38/40 serviçais, investir em sua mulher de forma a que esta viesse a se tornar uma “boneca de figuração” e não uma primeira dama com atribuições pelo menos com fins sociais, compor suas negociatas e conchavos com cerca de 40 ministérios e afins e finalmente, olhar-se ao espelho e ver diante de si um IMPERADOR.
O ex–Lula deu lugar a um “novo Lula” que nada tem a ver com aquele original, bravo e lutador, de outros tempos. Este que aí está é uma pálida lembrança daquele outro que o povo conduziu à Presidência da República depositando toda a sua confiança, esperanças, ansiedades e necessidades. Aquele que tinha tudo para marcar seu nome como o mais respeitado e respeitável Presidente da República do Brasil. Que decepção!
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Dossiê foi montado na Casa Civil, não há dúvidas!
Segundo série de reportagens do jornal Folha de São Paulo, ratificado por matéria publicada hoje, 04/04, sob o titulo Dossiê contra FH saiu pronto do Palácio do Planalto, está claro e definido que este foi montado completamente dentro da Casa Civil e a partir de seus arquivos, portanto as versões divulgadas “oficialmente” até agora continuam vazias e sem nenhuma substância concreta. Um aspecto que fica evidente é que este “dossiê” faria parte de contra ataque a Oposição no assunto “Cartões Corporativos” levantado após dados do Portal Transparência e de avaliações do Tribunal de Contas da Nação, conforme matéria da revista Veja em março do corrente. Outro aspecto que toma corpo é que o dossiê já estaria pronto e completo em 18 de fevereiro, portando cerca de um mês antes da publicação da Veja.
Dito isso fica delineado em cores vivas e seguras que a Ministra Dilma Rousseff não só estava a par do assunto como certamente autorizou ou ordenou a sua elaboração, com certeza com a aquiescência do Presidente Lula. Em minha opinião não existe nenhuma dúvida.
O que se lamenta é que este governo, como os anteriores, e em todos os níveis, utilize a técnica da chantagem para encobrir e blindar erros ou excessos cometidos e o mais grave, como a IMPUNIDADE está definitivamente implantada no Brasil, isso não vai dar em nada. Mais uma vez o pais está parado, principalmente o Congresso totalmente inerte e envolvido em batalhas diárias contra os governistas sobre temas graves, porém que em nada, lamentavelmente, vão resultar. Mais uma vez quem perde é o povo e o cidadão de bem.
Independente de partidos ou tendências políticas o que deve ficar bem claro é que os problemas internos nacionais aumentam e se acumulam no dia a dia sem ter nenhuma solução adequada, apenas em algumas situações existem atitudes paliativas. Tudo aquilo que atinge diretamente a vida das pessoas está parado ou anda em ritmo muito lento e o tamanho dos problemas aumentam a cada momento onerando mais e mais o bolso do contribuinte sem nenhum beneficio em contra partida.
As estradas federais estão abandonadas, a saúde publica abaixo do caos, segurança e sistema prisional nem se fala e a educação e os transportes? Idem. Saneamento básico e sanitário inexiste e o governo, ocupado em organizar dossiê e roteiros turístico nacional e internacional do Presidente e suas fantásticas comitivas, afirma que tudo está bem e o pior tem gente que acredita e apóia este governo do Lulinha Paz e Amor.
Existe apenas uma saída, o povo partir para cobrar veementemente e não se iludir com discursos de metalúrgico super emergente, partindo para as ruas de forma organizada e disciplinada, cobrar e cobrar, e na hora de votar escolher de forma séria e responsável aqueles que vão estar à frente da política municipal, estadual ou federal representando de forma digna o povo brasileiro e seus interesses.
Dito isso fica delineado em cores vivas e seguras que a Ministra Dilma Rousseff não só estava a par do assunto como certamente autorizou ou ordenou a sua elaboração, com certeza com a aquiescência do Presidente Lula. Em minha opinião não existe nenhuma dúvida.
O que se lamenta é que este governo, como os anteriores, e em todos os níveis, utilize a técnica da chantagem para encobrir e blindar erros ou excessos cometidos e o mais grave, como a IMPUNIDADE está definitivamente implantada no Brasil, isso não vai dar em nada. Mais uma vez o pais está parado, principalmente o Congresso totalmente inerte e envolvido em batalhas diárias contra os governistas sobre temas graves, porém que em nada, lamentavelmente, vão resultar. Mais uma vez quem perde é o povo e o cidadão de bem.
Independente de partidos ou tendências políticas o que deve ficar bem claro é que os problemas internos nacionais aumentam e se acumulam no dia a dia sem ter nenhuma solução adequada, apenas em algumas situações existem atitudes paliativas. Tudo aquilo que atinge diretamente a vida das pessoas está parado ou anda em ritmo muito lento e o tamanho dos problemas aumentam a cada momento onerando mais e mais o bolso do contribuinte sem nenhum beneficio em contra partida.
As estradas federais estão abandonadas, a saúde publica abaixo do caos, segurança e sistema prisional nem se fala e a educação e os transportes? Idem. Saneamento básico e sanitário inexiste e o governo, ocupado em organizar dossiê e roteiros turístico nacional e internacional do Presidente e suas fantásticas comitivas, afirma que tudo está bem e o pior tem gente que acredita e apóia este governo do Lulinha Paz e Amor.
Existe apenas uma saída, o povo partir para cobrar veementemente e não se iludir com discursos de metalúrgico super emergente, partindo para as ruas de forma organizada e disciplinada, cobrar e cobrar, e na hora de votar escolher de forma séria e responsável aqueles que vão estar à frente da política municipal, estadual ou federal representando de forma digna o povo brasileiro e seus interesses.
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Bestas Humanas?
Onde vai chegar o chamado “Ser Humano”? Racional, inteligente, criativo, inventivo, capaz de realizações ímpares e mirabolantes, responsável por todo este fantástico desenvolvimento, pela evolução dos tempos e da já futurística modernidade.
Este mesmo “Ser Maravilhoso”, semelhante a DEUS, é capaz, ao mesmo tempo, de se transformar no pior dos predadores, em um animal irracional, uma verdadeira “Besta Humana” e realizar crimes em proporções inimagináveis, inacreditáveis, incomensuráveis. Crimes torpes, hediondos, recheados de uma crueldade tão assombrosa, que nenhum outro animal consegue realizar. E o que o torna pior é exatamente sua racionalidade, sua capacidade de premeditar, de planejar de forma fria e calculista, ou então de dissimular e se esconder atrás de uma emoção avassaladora e louca que o priva dos sentidos e o leva a cometer todas as atrocidades possíveis e se justificar a respeito.
Ou não tem sido assim? Existe algum exagero nisso? Claro que não, apenas sob a ótica da hipocrisia pode se justificar, na mesma proporção de importância, as realizações e os crimes do chamado “ser humano”.
Por que a situação climática que se vive hoje? E os crimes hediondos no dia-a-dia? É pai matando filho, filho matando a mãe, irmão contra irmão, crimes passionais ou movidos por algum tipo de interesse, mas, em sua grande maioria, crimes a troco de nada, por vingança ou ciúmes, inveja, poder ou apenas para se livrar daquele barulho inconveniente que o bebê fazia.
Impunidade, corrupção, placidez ante o crime organizado, falta de interesse político e público, safadeza de todos os tipos, maus exemplos, enfim, tudo isso, com certeza, têm “empurrado” o ser humano a se tornar uma Besta Humana. Seu instinto ruim, de predador e de animal racional sem limites, de se sentir acima do bem e do mal, tem contribuído muito para isso: transformar pessoas em aberrações da natureza. E o pior: livres da Justiça, que no Brasil é, no mínimo, medíocre e conivente.
É triste, mas é real. As pessoas estão doentes, infectadas por uma das piores doenças que existe transcendentalmente. A cada dia isso se torna pior, pois a doença se torna mais poderosa e de difícil tratamento: a Síndrome do Poder Absoluto, da Superioridade Absoluta ou da Vida Eterna.
Este mesmo “Ser Maravilhoso”, semelhante a DEUS, é capaz, ao mesmo tempo, de se transformar no pior dos predadores, em um animal irracional, uma verdadeira “Besta Humana” e realizar crimes em proporções inimagináveis, inacreditáveis, incomensuráveis. Crimes torpes, hediondos, recheados de uma crueldade tão assombrosa, que nenhum outro animal consegue realizar. E o que o torna pior é exatamente sua racionalidade, sua capacidade de premeditar, de planejar de forma fria e calculista, ou então de dissimular e se esconder atrás de uma emoção avassaladora e louca que o priva dos sentidos e o leva a cometer todas as atrocidades possíveis e se justificar a respeito.
Ou não tem sido assim? Existe algum exagero nisso? Claro que não, apenas sob a ótica da hipocrisia pode se justificar, na mesma proporção de importância, as realizações e os crimes do chamado “ser humano”.
Por que a situação climática que se vive hoje? E os crimes hediondos no dia-a-dia? É pai matando filho, filho matando a mãe, irmão contra irmão, crimes passionais ou movidos por algum tipo de interesse, mas, em sua grande maioria, crimes a troco de nada, por vingança ou ciúmes, inveja, poder ou apenas para se livrar daquele barulho inconveniente que o bebê fazia.
Impunidade, corrupção, placidez ante o crime organizado, falta de interesse político e público, safadeza de todos os tipos, maus exemplos, enfim, tudo isso, com certeza, têm “empurrado” o ser humano a se tornar uma Besta Humana. Seu instinto ruim, de predador e de animal racional sem limites, de se sentir acima do bem e do mal, tem contribuído muito para isso: transformar pessoas em aberrações da natureza. E o pior: livres da Justiça, que no Brasil é, no mínimo, medíocre e conivente.
É triste, mas é real. As pessoas estão doentes, infectadas por uma das piores doenças que existe transcendentalmente. A cada dia isso se torna pior, pois a doença se torna mais poderosa e de difícil tratamento: a Síndrome do Poder Absoluto, da Superioridade Absoluta ou da Vida Eterna.
Que dias são estes?
Mal acostumado ou nada acostumado, meio peixe fora d’água. A verdade é que tudo mudou tanto em tão pouco tempo que, confesso, não consigo me acostumar às coisas de hoje em dia. Por exemplo: quando menino, toda a programação da TV era ao vivo e os melhores artistas e atrações lá estavam e era muito bom. Eu pensava: quando houver mais desenvolvimento tecnológico a TV vai melhorar. Era um raciocínio lógico, mas isso não aconteceu. Enquanto ocorria um rápido e evolutivo processo tecnológico, a TV foi ficando cada vez pior em sua programação, nivelando por baixo e desrespeitando o telespectador. O resultado é este que aí está posto: medíocre e de baixo nível. E isso serve para tudo o mais.
Quanto mais progresso e desenvolvimento, mais perda de qualidade. Isso decepciona não apenas pelo decréscimo qualitativo das “coisas”. Decepciona muito mais ao constatar e ver que apesar de toda a capacidade fantástica de criar e empreender do ser humano, que usando sua inteligência, talento e competência em 100%, aprimorando a cada momento, evoluindo sempre, principalmente no aspecto industrial, científico e tecnológico, isso é jogado por terra por falta de observação total ao essencial: a Vida.
É duro aceitar e se acostumar com a idéia de que a ganância, a ambição desvairada e desenfreada, a avareza e o egoísmo se sobrepuseram ao compartilhamento, ao respeito mútuo, à união e ao amor entre as pessoas. A fraternidade foi trocada pelo status, a amizade pelo interesse e a fidelidade pelo dinheiro fácil e sujo. Hoje é melhor ser canalha rico que ter caráter e ser pobre. Ética e respeito são palavras riscadas dos dicionários. Elas deram lugar à corrupção, impunidade, negociata, imoralidade, corporativismo e outras. A liberdade e a independência foram trocadas pela liberalidade e o comprometimento. Hoje, ser devasso, mau caráter e safado é “IN” e isso é considerado sinal dos tempos.
No Brasil ficou evidente nestes últimos 40 ou 50 anos, que os setores, todos, sem exceção, estão empobrecidos. Os governos são corruptos, corruptores e corrompidos; a classe empresarial de alto nível, principalmente, não tem nenhum valor moral em alterar peso, conteúdo, embalagens, ludibriando o consumidor, o usuário e o cliente e desta forma justificar preços e valores, vide recentemente os bancos e a indústria de transformação em geral.
Nos três poderes reinam plena e soberbamente a corrupção e a imoralidade, a impunidade e o corporativismo. Roubar ou enxovalhar o povo virou rotina, já que acontecem cotidianamente, fraudes, desvios, desfalques e a má utilização do dinheiro público é algo habitual, rotineiro e comum.
O crime organizado e o desorganizado assumiram o papel de estado e banalizaram a Vida em todos os sentidos e isso atingiu a todos, desde o cidadão mais simples que tem visto suas famílias serem dilaceradas e degradadas pela droga ou pelo desequilíbrio emocional totalmente desprotegido e abandonado ao sabor do acaso e do destino. Até a classe média e o rico que negociou seu status social e financeiro em troca da perda da família e dos reais valores da Vida.
Como se acostumar com isso? Impossível. Como olhar e não enxergar as pessoas, gente de verdade e a antiga e segura procedência, qualidade e seriedade? É duro ver as “pessoas”, todos nós, nesta corrida desenfreada e super louca atrás da máquina, como se diz hoje em dia. Infelizmente a maioria por nada. É triste, dolorido e lamentável. Por tudo isso, não raras as vezes, sinto-me fora do ar, em um mundo estranho e desconhecido.
Quanto mais progresso e desenvolvimento, mais perda de qualidade. Isso decepciona não apenas pelo decréscimo qualitativo das “coisas”. Decepciona muito mais ao constatar e ver que apesar de toda a capacidade fantástica de criar e empreender do ser humano, que usando sua inteligência, talento e competência em 100%, aprimorando a cada momento, evoluindo sempre, principalmente no aspecto industrial, científico e tecnológico, isso é jogado por terra por falta de observação total ao essencial: a Vida.
É duro aceitar e se acostumar com a idéia de que a ganância, a ambição desvairada e desenfreada, a avareza e o egoísmo se sobrepuseram ao compartilhamento, ao respeito mútuo, à união e ao amor entre as pessoas. A fraternidade foi trocada pelo status, a amizade pelo interesse e a fidelidade pelo dinheiro fácil e sujo. Hoje é melhor ser canalha rico que ter caráter e ser pobre. Ética e respeito são palavras riscadas dos dicionários. Elas deram lugar à corrupção, impunidade, negociata, imoralidade, corporativismo e outras. A liberdade e a independência foram trocadas pela liberalidade e o comprometimento. Hoje, ser devasso, mau caráter e safado é “IN” e isso é considerado sinal dos tempos.
No Brasil ficou evidente nestes últimos 40 ou 50 anos, que os setores, todos, sem exceção, estão empobrecidos. Os governos são corruptos, corruptores e corrompidos; a classe empresarial de alto nível, principalmente, não tem nenhum valor moral em alterar peso, conteúdo, embalagens, ludibriando o consumidor, o usuário e o cliente e desta forma justificar preços e valores, vide recentemente os bancos e a indústria de transformação em geral.
Nos três poderes reinam plena e soberbamente a corrupção e a imoralidade, a impunidade e o corporativismo. Roubar ou enxovalhar o povo virou rotina, já que acontecem cotidianamente, fraudes, desvios, desfalques e a má utilização do dinheiro público é algo habitual, rotineiro e comum.
O crime organizado e o desorganizado assumiram o papel de estado e banalizaram a Vida em todos os sentidos e isso atingiu a todos, desde o cidadão mais simples que tem visto suas famílias serem dilaceradas e degradadas pela droga ou pelo desequilíbrio emocional totalmente desprotegido e abandonado ao sabor do acaso e do destino. Até a classe média e o rico que negociou seu status social e financeiro em troca da perda da família e dos reais valores da Vida.
Como se acostumar com isso? Impossível. Como olhar e não enxergar as pessoas, gente de verdade e a antiga e segura procedência, qualidade e seriedade? É duro ver as “pessoas”, todos nós, nesta corrida desenfreada e super louca atrás da máquina, como se diz hoje em dia. Infelizmente a maioria por nada. É triste, dolorido e lamentável. Por tudo isso, não raras as vezes, sinto-me fora do ar, em um mundo estranho e desconhecido.
Justiça no Brasil / Esta é a realidade
Sob esta ótica temos que considerar que: Fica cada vez mais difícil esperar algo de positivo, para o cidadão de bem. Se não é a Lei, antiga e superada (discurso vazio e utilizado por muitos), são os excessos de benefícios que ela contém. Perguntinha: Quem aplica as leis e seus benefícios? Será que as lei não podem ser interpretadas, pelo magistrado, analisando caso a caso? Ou este é obrigado a agir como um robô? Não pode pensar, analisar ou avaliar?
Por que não se concerta a Lei, os códigos, ditos ultrapassados? Por que não se investe na agilidade? Na eliminação da burocracia exagerada? Na objetividade? Por que não se revê o excesso de recursos e instâncias? No caso do Código Penal, por que não são revistos os critérios básicos e genéricos dos benefícios a se conceder? Uma resposta apenas, não há interesse? Essa é a realidade. E isso é lamentável, inominável. Uma vergonha. “Eles” acham melhor continuar fazendo por fazer.
E a vida continua a fila anda, mas ninguém mexe o bolo ou no bolo. E as pessoas desesperadas, continuam assistindo atitudes como as que estão diariamente nas páginas dos jornais ou nos telejornais. Já existe um ministro do STF, chamado “Ministro Hábeas – Corpus” (Marco Aurélio Mello). É emissão de sentenças sem nenhum critério ou bom senso, não considerando principalmente a proteção dos interesses das pessoas de bem. Benefícios então, à vontade e sem critérios. Criminosos de extensa ficha policial são beneficiados.
Outra coisa causa espanto, o infrator é processado individualmente, se condenado, cumpre pena a partir daquele processo e se não for julgado em outro processo vai para a rua, através de algum beneficio, pode ter a ficha que tiver. Perguntinha: Por que não existe uma súmula processual onde vários processos, no mínimo, com infrações ao mesmo artigo, sejam julgado em conjunto? Por que não existe um rito imediato ou sumário, ou seja, ao acontecer à prisão em flagrante delito o infrator é imediatamente preso e condenado as penas, mínimas, previstas pela Lei? E posteriormente de acordo com o andamento do processo julgado de acordo com a intensidade, a repercussão e a violência do crime praticado? É necessário alterar a lei? Que se faça! Imediato. É premente, é urgente.
Outro absurdo, um processo leva anos para ser julgado, seja civil ou criminal, e a desculpa, o escudo, é a lentidão a Justiça. Em pleno século 21, onde globalização e a informatização já estão quase sendo superadas, o discurso continua o mesmo. Não existem verbas, mas para os altos salários e benefícios existem.
Na verdade, não existe é vontade em resolver e agilizar. Criaram Juizados Especiais e de instrução imediata, funciona? Qual o tempo médio para um atendimento? Meses. Existem casos que merecem e exigem ação e solução imediata, isso acontece?
Fica difícil. Isso sem falar em venda de sentenças, comprometimento com o crime organizado, conivência e corporativismo, enfim, quem é rico ou socialmente bem, não vai para a cadeia. Acrescente-se a isso, a insegurança pública, onde o sistema prisional está falido e as policias carentes de efetivos e equipamentos.
Na verdade as pessoas estão desamparadas, por todos, principalmente pelos governos. As famílias expostas a tudo isso, perdendo seus filhos e membros valiosos e quem detém o poder de solução não o exerce. Assim, fica difícil. A propósito, cadê as bandeiras dos direitos humanos? E os Paladinos da Justiça?
Por que não se concerta a Lei, os códigos, ditos ultrapassados? Por que não se investe na agilidade? Na eliminação da burocracia exagerada? Na objetividade? Por que não se revê o excesso de recursos e instâncias? No caso do Código Penal, por que não são revistos os critérios básicos e genéricos dos benefícios a se conceder? Uma resposta apenas, não há interesse? Essa é a realidade. E isso é lamentável, inominável. Uma vergonha. “Eles” acham melhor continuar fazendo por fazer.
E a vida continua a fila anda, mas ninguém mexe o bolo ou no bolo. E as pessoas desesperadas, continuam assistindo atitudes como as que estão diariamente nas páginas dos jornais ou nos telejornais. Já existe um ministro do STF, chamado “Ministro Hábeas – Corpus” (Marco Aurélio Mello). É emissão de sentenças sem nenhum critério ou bom senso, não considerando principalmente a proteção dos interesses das pessoas de bem. Benefícios então, à vontade e sem critérios. Criminosos de extensa ficha policial são beneficiados.
Outra coisa causa espanto, o infrator é processado individualmente, se condenado, cumpre pena a partir daquele processo e se não for julgado em outro processo vai para a rua, através de algum beneficio, pode ter a ficha que tiver. Perguntinha: Por que não existe uma súmula processual onde vários processos, no mínimo, com infrações ao mesmo artigo, sejam julgado em conjunto? Por que não existe um rito imediato ou sumário, ou seja, ao acontecer à prisão em flagrante delito o infrator é imediatamente preso e condenado as penas, mínimas, previstas pela Lei? E posteriormente de acordo com o andamento do processo julgado de acordo com a intensidade, a repercussão e a violência do crime praticado? É necessário alterar a lei? Que se faça! Imediato. É premente, é urgente.
Outro absurdo, um processo leva anos para ser julgado, seja civil ou criminal, e a desculpa, o escudo, é a lentidão a Justiça. Em pleno século 21, onde globalização e a informatização já estão quase sendo superadas, o discurso continua o mesmo. Não existem verbas, mas para os altos salários e benefícios existem.
Na verdade, não existe é vontade em resolver e agilizar. Criaram Juizados Especiais e de instrução imediata, funciona? Qual o tempo médio para um atendimento? Meses. Existem casos que merecem e exigem ação e solução imediata, isso acontece?
Fica difícil. Isso sem falar em venda de sentenças, comprometimento com o crime organizado, conivência e corporativismo, enfim, quem é rico ou socialmente bem, não vai para a cadeia. Acrescente-se a isso, a insegurança pública, onde o sistema prisional está falido e as policias carentes de efetivos e equipamentos.
Na verdade as pessoas estão desamparadas, por todos, principalmente pelos governos. As famílias expostas a tudo isso, perdendo seus filhos e membros valiosos e quem detém o poder de solução não o exerce. Assim, fica difícil. A propósito, cadê as bandeiras dos direitos humanos? E os Paladinos da Justiça?
S.O.S
Fraudes, roubos, desvios e assim segue a Previdência Social em nosso País. Frequentemente a imprensa nacional divulga fatos e noticias sobre este assunto inúmeras pessoas são presas (?) e na verdade nada se resolve, pois tudo continua como antes e os roubos e fraudes se sucedem dia a dia. Será que não existe uma forma de prevenir isso? Sistemas de segurança nos computadores que permitam evitar tais ações? E ações internas, sistemas e rotinas de verificação diárias, on - line onde Superintendentes ou auditores pudessem acompanhar sistematicamente as concessões diárias?
Enquanto isso na outra ponta os beneficiários ou segurados que realmente necessitam do auxilio doença, por exemplo, está tendo alta seguidamente como forma de racionalizar receitas do INSS. Casos comprovados através de laudo médico, emitidos por especialistas outros que até visualmente se comprovam além de pessoas que recentemente se submeteram a procedimentos cirúrgicos, estão recebendo alta sem a mínima avaliação técnica, de verdade, criteriosa e adequada.
Nos casos de aposentaria, em sua maioria de valores irrisórios e até mesmo vergonhosos, se impõe aos segurados freqüentes desgastes de comprovação e idoneidade desconsiderando quem efetivamente tem contribuído a partir de descontos em seus salários ou rendimentos para que no futuro estes pudessem desfrutar de algum descanso. E as fraudes e roubos continuam. Até quando? A quem interessa isso?
O povo brasileiro não consegue mais pagar a conta, literalmente, de tanto roubo, fraudes e desvios de verba pública, na agüenta mais carregar nas costas tanta corrupção e tantos corruptos e a impunidade vergonhosa que reina solenemente em todos os níveis no País. Basta! Chega! Ninguém agüenta mais. O povo está exausto, exaurido, esgotado. Onde estão às pessoas de bem deste País? O que estão fazendo com a nossa gente? SOCORRO!
Enquanto isso na outra ponta os beneficiários ou segurados que realmente necessitam do auxilio doença, por exemplo, está tendo alta seguidamente como forma de racionalizar receitas do INSS. Casos comprovados através de laudo médico, emitidos por especialistas outros que até visualmente se comprovam além de pessoas que recentemente se submeteram a procedimentos cirúrgicos, estão recebendo alta sem a mínima avaliação técnica, de verdade, criteriosa e adequada.
Nos casos de aposentaria, em sua maioria de valores irrisórios e até mesmo vergonhosos, se impõe aos segurados freqüentes desgastes de comprovação e idoneidade desconsiderando quem efetivamente tem contribuído a partir de descontos em seus salários ou rendimentos para que no futuro estes pudessem desfrutar de algum descanso. E as fraudes e roubos continuam. Até quando? A quem interessa isso?
O povo brasileiro não consegue mais pagar a conta, literalmente, de tanto roubo, fraudes e desvios de verba pública, na agüenta mais carregar nas costas tanta corrupção e tantos corruptos e a impunidade vergonhosa que reina solenemente em todos os níveis no País. Basta! Chega! Ninguém agüenta mais. O povo está exausto, exaurido, esgotado. Onde estão às pessoas de bem deste País? O que estão fazendo com a nossa gente? SOCORRO!
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